Guerra SA, de Caxias, disponibiliza plano de recuperação judicial - Economia - Pioneiro

Caixa-Forte23/05/2017 | 18h23Atualizada em 24/05/2017 | 16h57

Guerra SA, de Caxias, disponibiliza plano de recuperação judicial

Amplo material está disponível no site da empresa e será submetido à votação em assembleia de credores no dia 31 de maio, nos Pavilhões

Guerra SA, de Caxias, disponibiliza plano de recuperação judicial Divulgação/Ver Descrição
Entre 2016 e 2017, em razão da nefasta crise econômica nacional, houve queda de mais de 55% no segmento de vendas e emplacamentos de implementos rodoviários, argumenta empresa. Foto: Divulgação / Ver Descrição

O plano de recuperação judicial da caxiense Guerra SA Implementos Rodoviários, por meio da controladora Tolstoi SA, foi disponibilizado ao mercado nesta terça-feira, no site da empresa nascida em 1970, na "área do credor".

Com isso, os credores poderão avaliar a proposta de captação de recursos e como se daria o pagamento de dívidas para se posicionarem na assembleia geral prorrogada no final de abril para o dia 31 de maio, às 14h, no Restaurante Tulipa dos pavilhões da Festa da Uva, em Caxias. O diagnóstico financeiro justifica que a recuperação judicial decorre do desaquecimento do mercado a partir de 2015, com redução do crédito e aumento da inadimplência.

"Entre 2016 e 2017, em razão da nefasta crise econômica nacional, houve queda de mais de 55% no segmento de vendas e emplacamentos de implementos rodoviários", argumenta no capítulo sobre a reestruturação dos créditos.

O plano prevê que as recuperandas poderão obter novos recursos para estabilizar seu capital de giro. Está prevista ainda a reestruturação da gestão, com o cargo de diretor-presidente ocupado por um executivo do mercado, sem vínculo com os acionistas.

 A proposta detalha como serão pagos os débitos trabalhistas e de outros credores, incluindo bancos e fornecedores, em quanto tempo e quais os caminhos a serem percorridos. Os 750 credores estarão aptos a bater (ou não) o martelo no dia 31 de maio sobre o projeto de recuperação e o futuro da empresa.
A saber: especula-se que as dívidas da Guerra superam os R$ 200 milhões.

 

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