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Caixa-Forte02/02/2017 | 06h30Atualizada em 02/02/2017 | 09h23

Indústria caxiense cai duas vezes mais do que a gaúcha e a nacional

Enquanto segmento fabril nacional caiu 6,6% e o gaúcho 5,9%, cadeia produtiva local fechou 2016 com queda de 13,4%

Indústria caxiense cai duas vezes mais do que a gaúcha e a nacional Roni Rigon/Agencia RBS
 É o terceiro ano consecutivo em que a economia caxiense registra tombo  Foto: Roni Rigon / Agencia RBS

A indústria brasileira amargou em 2016 queda de 6,6%, informou nesta quarta-feira o IBGE. Já o setor fabril gaúcho encerrou o ano com decréscimo de 5,9%, aponta a Fiergs. E como a indústria caxiense se comportou? Mais de duas vezes pior do que a nacional e a estadual.

A cadeia produtiva local fechou 2016 com queda de 13,4%. É o terceiro ano consecutivo em que a economia caxiense registra tombo – de 11,5% em 2016, segundo CIC e CDL – , tendo a indústria como o grande estopim. O resultado disso é que só a indústria da cidade fechou 5,3 mil postos de trabalho no decorrer do último ano.

Mas o que explica o segmento fabril serrano andar para trás mais do que o gaúcho e o nacional? Depois dessa crise financeira, dificilmente alguém não sabe a resposta. Mas é sempre bom evidenciá-la para que a comunidade perceba a importância de percorrer novos caminhos e de diversificar sua matriz produtiva.

A extrema dependência da indústria automotiva pesada, que lida com produtos de alto valor agregado e que, portanto, são ainda mais impactados quando obras de infraestrutura e investimentos são travados, nos deixa bastante fragilizados em momentos como esse. Quiçá, quando o mercado reagir, também possamos ser os primeiros a colher (ou recolher) os frutos dessa tecnologia de ponta.

 
 
 

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