É preciso consciência coletiva na retomada do movimento nos restaurantes - Colunas do Caixa-Forte - Economia: impostos, financiamentos e mais - Pioneiro
 
 

Caixa-Forte19/10/2020 | 13h30Atualizada em 19/10/2020 | 13h30

É preciso consciência coletiva na retomada do movimento nos restaurantes

Em alguns casos, público de agora superaria o de antes da pandemia se não fossem as restrições de distanciamento

Os últimos dias de sol e calor têm levado dezenas de pessoas a reencontrar o lazer. Restaurantes estão voltando a encher, principalmente aos finais de semana, e com espaços com área ao ar livre. Conversando com empreendedores deste ramo, eles destacam que, se não fossem as restrições de distanciamento, o movimento de agora superaria o de antes da pandemia.

Há donos de restaurantes com dificuldade, até mesmo, de contratar profissionais para auxiliar nesta retomada. Esta demanda reprimida pela pandemia faz com que muitos empreendimentos consigam terminar o ano com perspectivas de, até mesmo, compensar o faturamento perdido nos meses em que fechou ou teve baixa de movimento.

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Mas é preciso consciência coletiva para que essa movimentação intensa não vire aglomeração e vetor de propagação de coronavírus. Não basta apenas o dono do estabelecimento cumprir todas as regras, é preciso fiscalização e o consumidor tem um papel decisivo. Se o lugar já estiver lotado, com filas, aparentando qualquer risco de contágio, o cliente também pode decidir mudar os planos, procurar outro lugar, ou esperar mais um pouco para retornar à rotina de atividades.

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