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Caixa-Forte04/05/2020 | 08h59Atualizada em 04/05/2020 | 08h59

Preço dos alimentos e negociação de mensalidades lideram reclamações na pandemia em Caxias

Procon conta com os mesmos 12 servidores e têm trabalhado com quadro reduzido também como precaução ao contágio

Preço dos alimentos e negociação de mensalidades lideram reclamações na pandemia em Caxias Genaro Joner/Agencia RBS
Procon vem acompanhando os preços de materiais para confecções de máscaras, como tecidos e elásticos Foto: Genaro Joner / Agencia RBS

Passado mais de um mês da pandemia na cidade, o Procon de Caxias do Sul ainda não tem autuações por preço abusivo de produtos. Segundo Dagoberto dos Santos, coordenador do órgão no município, os processos ainda estão em análise e o desfecho pode ser divulgado nos próximos dias. Apesar da maior demanda do Procon com a pandemia, Dagoberto adianta que as investigações preliminares encontraram muitos casos em que o aumento não ocorre no comércio local, mas no preço cobrado pelas distribuidoras, o que impede atuação do Procon Caxias.

–  Tu não pode só ver o preço final. A escassez,  a alta do dólar, temos de verificar todos os fatores que fizeram os preços subirem – explica o diretor do Procon.

O preço dos alimentos e a negociação de mensalidades lideram as reclamações no órgão, mas Dagoberto salienta que, a cada semana, surgem demandas diferentes. Primeiro foram as denúncias dos altos preços cobrados por álcool gel e máscaras. Depois vieram reclamações do valor de produtos da cesta básica, caso do leite, farinha e ovos. A intermediação para renegociação das mensalidades de escolas particulares chegou na sequência. 

Nos últimos dias, o Procon vem acompanhando os preços de materiais para confecções de máscaras, como tecidos e elásticos. Segundo Dagoberto, mesmo sem reclamações formais, o órgão procura se antecipar e verificar a situação até para ter um comparativo de preços das mercadorias. Ele cita como exemplo de produtos que vão ter valores mais altos os itens de informática, como webcams.

Além das novas demandas com a pandemia, as principais reclamações atendidas pela entidade de defesa do consumidor continuam chegando, e com força maior, no setor de telefonia e de serviços bancários. Só que o Procon conta com os mesmos 12 servidores e têm trabalhado com quadro reduzido também como precaução ao contágio.

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