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Caixa-Forte19/05/2020 | 16h45Atualizada em 19/05/2020 | 16h45

MEIs são os que mais procuram Sebrae presencialmente

Órgão de apoio ampliou as opções de acesso para este público na plataforma online

MEIs são os que mais procuram Sebrae presencialmente Marcelo Casagrande/Agencia RBS
Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS

Desde o início da pandemia, uma série de ações junto aos pequenos empresários estão sendo desenvolvidas pelo Sebrae. Segundo o diretor-superintendente do Sebrae RS, André Vanoni de Godoy, no início, as principais recomendações eram para que olhassem em primeiro lugar o caixa, porque as empresas quebram por falta de dinheiro, e precisavam renegociar. Pesquisa do Sebrae também mostra que 86% dos pequenos negócios que buscaram crédito durante a pandemia não conseguiram ou ainda aguardam empréstimo.

Passados dois meses, o Sebrae tem trabalhado com um pacote mais estruturado, um plano emergencial de recuperação de empresas que inclui a geração caixa, mas também trabalhar com redução de custos e remodelagem de  produtos já de acordo com as mudanças de hábito dos consumidores, que circulam menos e têm menos renda.

Na semana passada, o Sebrae começou a reabrir suas sedes com protocolos de segurança sanitária, quadro reduzido fisicamente nas unidades, mas com todos trabalhando remotamente. Godoy destaca que notaram que os principais empresários que procuraram o Sebrae nas unidades físicas têm sido os MEIs (microempreendedor individual).

_ São mais vulneráveis aos efeitos da crise, e por isso, resolvemos ampliar as opções de acesso na nossa plataforma on-line para circularem menos e reduzir o risco de contágio _ afirmou em entrevista ao programa Gaúcha Hoje da Gaúcha Serra.

Dentro do leque de soluções do Sebrae, o órgão de apoio busca olhar os setores mais atingidos. Segundo o superintendente, são os que têm mais contato direto com público, como salões de beleza, serviços de alimentação, manutenção doméstica e construção civil.

_ Caxias é uma cidade muito industrial e, com fechamento e diminuição de atividades de empresas, o fluxo diminuiu e os negócios que dependem do público, como o turismo e serviços de alimentação, são os mais afetados _ aponta Godoy.

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