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Caixa-Forte26/05/2020 | 07h50Atualizada em 26/05/2020 | 09h39

Comércio na Romaria de Caravaggio já não é o mesmo há anos

Esta é a primeira vez, no entanto, que santuário sequer vai vender refeições e objetos religiosos

Comércio na Romaria de Caravaggio já não é o mesmo há anos Eder Madeira/Arquivo Pessoal
Foto: Eder Madeira / Arquivo Pessoal

Mesmo sem a movimentação de fiéis no Santuário de Caravaggio na Romaria deste ano, não é a primeira vez que o comércio de alimentos e objetos religiosos enfrenta dificuldades. É a primeira vez, claro, que ele sequer estará aberto, mas desde 2017 há desequilíbrio financeiro. Naquele ano, a chuva impactou no movimento. Em 2018, o período coincidiu com a greve dos caminhoneiros. O ano passado é o que foi um pouco melhor, mas as tendas já vinham desaparecendo nos últimos anos até por uma mudança de comportamento do público. 

Conforme o reitor do Santuário, padre Gilnei Fronza, as pessoas fazem um pequeno lanche pelo caminho e, ano após ano, o santuário já vinha reduzindo a quantidade de alimentação comprada.

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