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Caixa-Forte13/05/2020 | 14h09Atualizada em 13/05/2020 | 14h09

Clientes de restaurantes de Caxias não podem mais se servir em bufê

Distanciamento controlado faz estabelecimentos buscarem outras alternativas

Clientes de restaurantes de Caxias não podem mais se servir em bufê Vicente Perini/Divulgação
No Q Restaurante sistema de servir clientes foi aderido no retorno às atividades Foto: Vicente Perini / Divulgação

Com a classificação da Serra com bandeira laranja no modelo de distanciamento controlado estabelecido pelo governo estadual, o bufê em restaurante passou a ser proibido. Porém, Caxias do Sul já tinha liberado este sistema antes. A prefeitura não incluiu este tema no novo decreto, mas está orientando os donos de restaurantes a manter os estabelecimos abertos adotando alternativas. De acordo com o secretário de Urbanismo, João Uez, como o prato feito é permitido, os estabelecimentos são orientados a servir para os clientes.

_ O que muda é que a pessoa não vai se servir _ explica Uez.

O Sindicato Empresarial de Gastronomia e Hotelaria (SEGH) da região Uva e Vinho informou os associados sobre as novas orientação em comum acordo com a Vigilância Sanitária de Caxias do Sul. Os restaurantes com serviço de bufê podem atender optando por duas formas. A primeira prevê balcão onde a equipe do estabelecimento, usando máscara, avental e demais equipamentos de proteção (EPIs), serve o cliente conforme ele solicita. E o consumidor, de máscara, deve estar a um metro e meio do balcão, conforme demarcado, para fazer o pedido e retirar seu prato no final. A segunda opção é definir prato do dia ou prato executivo. Neste último caso, pode ser ofertada mais de uma escolha.

Conforme a diretora-executiva do sindicato, Márcia Ferronatto, outros municípios da região, também adotam alternativas. Em Bento Gonçalves, estão com os chamados "empratados", assim como Farroupilha. Mesmo com este entendimento dos municípios, o SEGH está buscando adequação no decreto estadual. O presidente da entidade, Vicente Perini, dono do Q Restaurante, já está trabalhando com o novo sistema desde a volta às atividades.

_ Porque eu acho mais seguro. Pelo decreto do Estado e o que foi acordado com município, surge uma alternativa mais fácil do que servir à la carte. Então o bufê vira um expositor de comida. A diferença é que os clientes estão distante, não tocam nos utensílios, e a gente vive passando álcool em gel e tomando todos os cuidados. Alguns clientes não entendem, mas é a única forma de continuarmos atendendo _ explica Perini.

 
 
 
 
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