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Caixa-Forte28/04/2020 | 13h40Atualizada em 28/04/2020 | 14h19

O outro lado da seca: quando ela contribui para a safra

Colheita deste ano da Miolo é comparada com a que tinha sido a melhor da década até então

O outro lado da seca: quando ela contribui para a safra Emerson Ribeiro/Divulgação
Safra no Vale dos Vinhedos totalizou mais de 400 mil quilos Foto: Emerson Ribeiro / Divulgação

O balanço da safra da Miolo mostra que a estiagem colaborou para a qualidade das uvas colhidas. No Vale dos Vinhedos, no período de 8 de janeiro a 19 de março, foram colhidos 407 mil quilos de uvas. Foram 343 horas de frio, com temperatura igual ou inferior a 7,2°C, concentrado nos meses de julho e agosto, atrasando em 15 dias a brotação. A primavera chuvosa diminuiu a produção. Mas foi a estiagem do verão, com picos de temperaturas médias a altas e noites amenas, que mais contribuiu para a qualidade da safra, que a Miolo diz que supera a de 2018, a melhor da década até então.

Agora, toda força se volta para o Vale do São Francisco (BA), com o início da colheita ainda em abril. Como lá acontecem dois ciclos por ano, a safra se estenderá até fevereiro de 2021. Assim, a produção anual final ficará em 10,57 milhões de quilos de uva e, aproximadamente, 10 milhões de garrafas. Todo este desempenho antecipa o que vem por aí em rótulos, como o Sesmarias, Quinta do Seival Cabernet Sauvignon e Quinta do Seival Castas Portuguesas, além do recém-lançado Miolo Wild Gamay, todos 100% veganos, e outras garrafas feitas de lotes de qualidade única.

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