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Caixa-Forte18/04/2019 | 14h47Atualizada em 18/04/2019 | 14h47

Impostos emperram competitividade gaúcha

Empresários criticam quantidade excessiva de tributos e complexidadedo sistema

Os empresários sofrem com a quantidade excessiva de tributos e com a complexidade do sistema. A constatação vem de Sondagem Industrial Especial do RS – Tributação, divulgada nesta semana pela Federação das Indústrias do Estado (Fiergs).

 Pudera: dos 231 empresários ouvidos na pesquisa, 96,5% consideram que o alto número de tributos é ruim ou muito ruim, e 87,8% indicam que a elevada carga de impostos torna-se o principal entrave. 

– A sondagem reforça a urgência de uma ampla Reforma Tributária no país. Simplificar e desonerar melhoram o ambiente de negócios e abrem caminho para as empresas investirem – afirma o presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry. 

Além da pesada carga de impostos, os empresários gaúchos criticam a tributação em cascata, as taxas sobre a folha de pagamento e a falta de segurança jurídica. Outra queixa envolve a Substituição Tributária, regime pelo qual o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) gerado na cadeia produtiva é recolhido antecipadamente pela indústria, comprometendo o fluxo de caixa dos empreendimentos.

Detalhe: 58% dos empresários ouvidos consideram que o ICMS é o que mais corrói a competitividade. Até porque as alíquotas permanecerão majoradas no Rio Grande do Sul até 2020, intensificando a guerra fiscal entre os Estados.

O levantamento apontou que a maioria dos executivos acredita que as alíquotas interestaduais deveriam ser uniformizadas e as legislações estaduais de impostos transformadas em uma só. 

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