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Caixa-Forte23/01/2019 | 08h00Atualizada em 23/01/2019 | 08h00

Não dá para perder o trem do turismo

A proximidade da Festa da Uva serve de reflexão sobre como podemos colher frutos de forma perene, e não com entressafra de dois (ou mais) anos

Não dá para perder o trem do turismo Daniela Xu/Agencia RBS
Atrativos turísticos de Caxias, como a Casa de Pedra, ganham maior visibilidade durante a Festa da Uva Foto: Daniela Xu / Agencia RBS

Caxias do Sul está eufórica com o retorno dos pedidos à indústria, com o comércio voltando a respirar e com o setor de serviços avançando a passos largos. Mas também deve direcionar o radar urgentemente, mesmo que de forma tardia, a um dos segmentos que mais despontam no mundo: o turismo.

A Organização Mundial do Turismo (OMT) acredita que a atividade tem potencial para crescer entre 3% e 4% em 2019.  Em 2018, o setor registrou o segundo melhor resultado dos últimos 10 anos, atingindo a marca de 1,4 bilhão de chegadas internacionais no mundo todo, um aumento de 6% sobre 2017.  

Gramado virou referência em turismo, Bento Gonçalves em enoturismo. E Caxias? A proximidade da Festa da Uva serve de reflexão sobre como podemos colher frutos de forma perene, e não com entressafra de dois (ou mais) anos. 

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