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Caixa-Forte25/01/2019 | 10h35Atualizada em 25/01/2019 | 10h35

Com novidades turísticas, Nova Pádua quer atrair 10 mil visitantes ao mês

Belvedere Sonda foi reestruturado e agregará novidades em fevereiro para diversificar a matriz econômica do município 

Com novidades turísticas, Nova Pádua quer atrair 10 mil visitantes ao mês Samuel Pauletti/caixa-forte
Desde a inauguração das reformas no Belvedere Sonda, com uma vista deslumbrante do vale banhado pelo Rio das Antas, em 20 de dezembro, o movimento triplicou nos finais de semana Foto: Samuel Pauletti / caixa-forte

Nova Pádua trabalha com força para se integrar à promissora rota turística da Região da Uva e do Vinho. Após reestruturar seu principal ponto turístico, o Belvedere Sonda, num investimento de R$ 750 mil, o município agregará na primeira quinzena de fevereiro novidades ao complexo. As boas-novas coincidirão com a Feprocol, Festa de Produtos Coloniais.

Entre os atrativos estão o lançamento do novo cardápio do café/bar, que agregará um pequeno café colonial, e de uma agência turística receptiva, com a oferta de passeios, trilhas e atividades de aventura no interior do município de 2,6 mil habitantes. 

Desde a inauguração das reformas no Belvedere Sonda, com uma vista deslumbrante do vale banhado pelo Rio das Antas, em 20 de dezembro, o movimento triplicou nos finais de semana, quando o espaço, com restaurante panorâmico, mirante, playground, deck externo e casa do artesão, recebe uma média de mil visitantes, tanto de Nova Pádua quanto de cidades vizinhas como Caxias do Sul, Novo Hamburgo e Porto Alegre.

Quem comemora essa expansão e esse chamariz extra é o prefeito de Nova Pádua, Ronaldo Boniatti (PSDB), que aposta em ações de turismo dentro de um Programa de Desenvolvimento, com subsídios à iniciativa privada.

– Prospectamos que, em pouco tempo, o público mensal passe das 10 mil pessoas, pois esse é apenas um dos empreendimentos voltados ao turismo – afirma, em entrevista à coluna.

 A modernização do Belvedere Sonda integra esse planejamento municipal como uma espécie de âncora turística da cidade, que tem na agricultura 90% do seu PIB, produzindo 40 milhões de quilos de uva ao ano. 

A recuperação do parque está a cargo do poder público, que disponibiliza servidores próprios para a manutenção e a limpeza da estrutura. Já restaurante, bar e agência de viagem são geridos por empresas terceirizadas por meio de licitação. No entanto, no embalo desse novo momento, a iniciativa privada começa a se mover. 

No futuro, haverá a reabertura de uma pousada, hoje em reforma, nas imediações do belvedere, e um complexo novo com vinícola instalada em outro eixo de Nova Pádua.

É o turismo ajudando a potencializar e a diversificar a matriz econômica da Serra. Poder público e privado precisam se dar as mãos. 

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