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SOCIAL21/10/2020 | 06h27Atualizada em 21/10/2020 | 06h27

Sociedade: quer saber mais sobre o candidato a prefeito Antonio Feldmann?

 Confira, também, outras fotos da coluna social desta quarta-feira!

Sociedade: quer saber mais sobre o candidato a prefeito Antonio Feldmann? Antonio Valiente / Agência RBS/Agência RBS
Foto: Antonio Valiente / Agência RBS / Agência RBS

Quarenta perguntas para Antonio Feldmann

O candidato a prefeito de Caxias do Sul pelo Podemos, Antonio Roque Feldmann, 52 anos, filho de Nilo José Feldmann e Zulmira Casagrande Feldmann, natural do município de Guaporé, é casado com Gisleine Feldmann, pai de Sabrina e Manuela e é o segundo a participar do ciclo de entrevistas realizadas pela coluna com os postulantes ao cargo. Nas próximas edições, sempre de terça e sexta-feira, os 11 candidatos expressarão suas ideias por meio do Questionário Proust, que consiste em uma série de perguntas sobre a personalidade, que ficou famoso após a popularização das respostas do escritor francês Marcel Proust com a publicação de seu álbum de confissões. As respostas foram colhidas simultaneamente e vêm sendo publicadas em ordem alfabética.

Qual é a sua ideia de felicidade plena? Equilíbrio entre corpo e alma.

Qual é o seu maior medo? Não ter um propósito de vida.

Qual é a característica que mais detesta em si mesmo? Roer as unhas.

Qual é a característica que mais detesta nos outros? Arrogância e prepotência.

Que pessoa viva mais admira? Pedro Simon.

Qual é a sua maior extravagância? Teimosia.

Qual é o seu estado de espírito mental? Em desafio permanente, buscando realização de um propósito de vida.

Qual considera ser a virtude mais sobrestimada? Acreditar nas pessoas.

Em que ocasiões mente? Para evitar o resgate de erros do passado.

O que menos gosta na sua aparência? Os dentes.

Que pessoa viva mais despreza? Todos políticos condenados por corrupção.

Qual a característica que mais aprecia nos homens? Proteção da família.

Qual a característica que mais aprecia nas mulheres? A força e a coragem.

Que palavras ou frases usa excessivamente? Vamos com fé que dá certo. Saúde e paz, que o resto a gente corre atrás.

O que ou quem é o maior amor da sua vida? Família.

Onde e quando foi mais feliz? Quando estou em casa com esposa e filhas, e agora o genro.

Que talento mais gostaria de ter? Cantar para emocionar e ajudar crianças doentes.

Se pudesse mudar uma característica em si, o que seria? Fazer mais esportes, ser menos sedentário.

Qual considera ser a sua maior conquista? Ter projetado Caxias do Sul nacionalmente, com o título de Capital Brasileira da Cultura (mas foi uma conquista de equipe).

Se morresse e voltasse, que pessoa ou coisa seria? Alguém que tivesse poder de tirar o sofrimento das pessoas.

O que mais valoriza nos seus amigos? Compreensão.

Quem são os seus artistas favoritos? Raul Seixas, um poeta e visionário, e um talento local que tem um conjunto de obras magnífico, o artista plástico Antonio Giacomin. 

Quem é o seu herói da ficção? Bah, cresci assistindo o Cyborg, o Homem de 6 milhões de dólares, era meu herói da ficção. Hoje esse valor é ultrapassado por uma Mega Sena acumulada, que pra mim é uma ficção dos tempos modernos.

Com que figura histórica mais se identifica? Martin Luther King, eu tenho um sonho.

Quem são os seus heróis da vida real? Meu pai, o professor Nilo, que morreu no dia do meu aniversário, há três anos. Ele tinha curso superior e sempre dizia que a pessoa mais inteligente que ele conheceu era minha mãe, que estudou só até a quarta série. 

Quais são os seus nomes favoritos? Nilo e Zulmira, meus pais que me deram a vida, a formação cristã e a educação. 

Do que é que menos gosta? Arroz doce, agora então menos ainda, com o preço que está.

Qual é a sua aversão de estimação? Eu tenho bronca com o frio, sofro muito.

Qual é o seu maior arrependimento? Não ter aprendido a tocar um instrumento musical.

Como gostaria de morrer? Antes das minhas filhas, isso eu herdei da minha mãe. Ela sempre dizia que jamais queria ter que enterrar um filho.

Qual é o seu lema de vida? A melhor fase da vida é o aprendizado, por isto toda a vida é a melhor fase.

Qual considera ser o seu maior infortúnio? Não ter conseguido, ainda, a Cidadania Italiana.

Como gostaria de ser? Um pouco menos ansioso, esse é um mal que atormenta quase todos hoje em dia, motivo de muitas doenças inclusive. 

Qual é a sua asneira favorita? Como todo descendente de italiano, lascar um palavrão de vez em quando.

Onde gostaria mais de viver? Na minha terra natal, Santa Bárbara, onde se encontram os rios das Antas e Carreiro, uma terra que me traz as melhores recordações da minha vida. 

Qual é o bem mais valioso que tem? São três: família, família e família. 

Qual considera ser a maior profundidade da miséria? Encontrei nas palavras de um escritor francês, Georges Bernanos, no livro O Diário de um Pároco de Aldeia: “A gente dá uma esmola ao mendigo, e fica escandalizado que ao invés de comprar pão (que o padeiro lhe vende como se fosse de hoje), ele vai no boteco tomar cachaça. Acontece que o ventre de um miserável precisa muito mais de ilusão do que de pão”. Quem é o miserável nessa história? 

Qual é a sua ocupação favorita? Ler o bom e velho livro, de papel. 

Qual é a sua característica mais assinalável? Simplicidade.

Se Deus existisse, o que gostaria que ele lhe dissesse? Como se Deus existisse? Ele existe, tenho fé e Ele me diz todo dia: não desista dos teus sonhos, quem procura, acha. Mas não adianta, também, esperar de braços cruzados. É preciso que façamos a nossa parte.

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Fabrício Bracco, o Rico Bracco, em mostra exuberante e criativa que exibiu, segunda-feira, na Galeria Municipal de Arte Gerd Bornheim Foto: Eriel Giotti / Divulgação

Atmosfera

Destacando-se cada vez mais no cenário de moda como uma etiqueta verde, a grife Rico Bracco lançou peças inéditas que sintetizam o gênero fluído do vestir contemporâneo e que carregam em suas tramas processos ecológicos que primam pela utilização completa dos insumos. A coleção foi apresentada em um evento que conectou moda, dança e vídeo em um espaço “figital” – uma fusão entre o ambiente físico e digital e que ocupou a Galeria Municipal de Arte Gerd Bornheim. Para marcar o pré-lançamento, o designer de moda que comanda a marca, Fabrício Bracco, uniu-se a um time de profissionais de áreas criativas para pensar uma experiência colaborativa entre o estilista; o jornalista cultural, Carlinhos Santos; a bailarina, Cristina Lisot; a artista e designer de moda, Julia Webber, e; o fotógrafo e videomaker, Diogo Severo. Batizada “Remanescer”, a proposta foi ao ar na última segunda-feira, dia 19, seguindo o viés sustentável que faz parte do DNA da marca. O lançamento oficial acontecerá na Brasil Eco Fashion Week 2020, em São Paulo, encontro que reúne marcas que aliam moda e sustentabilidade e que, este ano, será realizado totalmente online. A semana virtual de moda acontecerá entre os dias 18 e 22 de novembro. 

Clique e confira outras edições da coluna social de João Pulita

A artista e designer de moda Julia Webber trabalhou pelo sucesso da apresentação da coleção “Remanescer”, de Rico Bracco Foto: Eriel Giotti / Divulgação
O jornalista cultural Carlinhos Santos em conexão com o movimento da moda ecológica e sustentável de Fabrício Bracco Foto: Eriel Giotti / Divulgação
A bailarina e figurinista Cristina Lisot expressou, por meio da dança, o conceito da coleção “Remanescer” que Rico Bracco mostrou, segunda-feiraFoto: Eriel Giotti / Divulgação
Diogo Severo registrou a moda de Rico Bracco em formato “figital”, uma fusão entre o ambiente físico e digital, que ocupou a Galeria Municipal de Arte Gerd Bornheim Foto: Eriel Giotti / Divulgação
Daniela Conte foi conferir o processo criativo de Rico Bracco Foto: Eriel Giotti / Divulgação
Beth Venzon também foi aplaudir o exuberante conteúdo do estilista Fabrício Bracco Foto: Eriel Giotti / Divulgação

Caldeirão

Mix de empresária e artista, Carla Barcellos vai transformar o jardim da Grand Maison em cenário lúdico, com assinatura de Sidnei Staudt, para a festa do Dia das Bruxas, em clima de Halloween, no modelo drive-in, com direito a muitas guloseimas alusivas, como o sanduíche-aranha. A função, agendada para o dia 29, entre 16h e 20h, nos domínios da Rua Vinte de Setembro, promete. Até porque, em caso de chuva, a proposta ganhará o sistema take-away. Vale o ingresso, que pode ser adquirido pelo Sympla ou diretamente na secretária da Escola de Dança Carla Barcellos.

 
 
 

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