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Sociedade07/08/2020 | 15h42Atualizada em 07/08/2020 | 15h42

Conheça o lar cheio de afetos do casal Alexandre e Ana Paula Bianchi e dos seus três filhos

Neste final de semana, a figura paterna vai centralizar as atenções da família

Conheça o lar cheio de afetos do casal Alexandre e Ana Paula Bianchi e dos seus três filhos Alex Battistel/Divulgação
Foto: Alex Battistel / Divulgação

Os guris são a maioria na casa Alexandre Bianchi e Ana Paula Rizzon Bianchi. Afinal, além do casal, a família se completa com os três filhos Gabriel, Pedro e Miguel. Nesse ambiente, numa data como a do Dia dos Pais, a figura paterna centraliza as atenções.

– O primeiro foi um desafio, o segundo foi mais fácil, o terceiro foi para me igualar ao pai – diz Alexandre, 45 anos, renomado cirurgião-dentista, especialista em ortodontia e ortopedia facial, filho de Orvindo José Bianchi e Olga Bianchi, refletindo sobre a data e os laços entre gerações: – Ser pai é um fator positivo. Temos muitas alegrias.

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Os meninos que agitam a casa são responsáveis pela energia em alto astral.

– Ao mesmo tempo que são muito agitados, são também muito amorosos. E a gente amadurece com eles, que nos ensinam muita coisa – conta a psicóloga, especialista em psicoterapia sistêmica Ana Paula, 43 anos, filha de Valter José Rizzon (in memoriam) e Maria Adami Rizzon.

– É muito bom chegar em casa e ter esse trio para me acolher – derrama-se Alexandre, que também elogia e agradece a parceria de Ana Paula, com quem está casado há 17 anos. – Sou abençoado pois tenho três filhos e uma companheira, mãe e profissional excepcional. Ela é muito organizada e dedicada.

O casal festeja a construção de laços amorosos profundos entre compromissos profissionais e muitas horas em casa durante a quarentena.

– Queremos que os filhos tenham essa noção de união em família. É bom saber que o nosso dever está sendo cumprido – diz Ana Paula.

Alexandre complementa a opinião da esposa:

– Na hora de maior necessidade, é na família que a gente tem um porto seguro. É bom ter um bom retorno sobre a educação de seus filhos.

Pai, mãe e filhos reunidos adoram viajar, ir à praia, andar de bicicleta, surfar, praticar outros esportes, assistir filmes, entre muitas brincadeiras. Tudo feito com muito zelo e despojamento.

– Às vezes na hora de sair tem que fazer a chamada. Se pudesse andar de carrinho de lomba na rua, ensinaria para eles – diz Alexandre, sob o olhar cúmplice de Ana Paula: – Ele tem um ritmo de trabalho intenso, mas a pandemia tem deixado o Alexandre um pouco mais em casa. Mesmo antes desse momento ele já pegava junto, conciliando o tempo no trabalho e com o clã. É superdedicado. Me casaria de novo com ele.

Planejando um churrasco familiar para comemorar o Dia dos Pais, a gurizada festeja à sua maneira o convívio em um lar cheio de afetos.

O inquieto Pedro, de 6 anos, diz que o pai “é legal e feliz”. O adolescente Gabriel, 12 anos, que já é um herói para os irmãos menores, explica que a família é bem animada. Enquanto isso, o pequeno Miguel, de 3 anos, resume a conversa exclamando: “Gosto de brincar!”.

– Com essa turma a gente tem que ser criativo. Às vezes rola até um futebol na sala de casa – entrega o paizão.

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