Caxienses do Choros de Balcão são atração em live do Sesc RS nesta sexta-feira - Cultura e Tendência - Pioneiro

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Música05/06/2020 | 08h00Atualizada em 05/06/2020 | 08h00

Caxienses do Choros de Balcão são atração em live do Sesc RS nesta sexta-feira

Quarteto irá se apresentar em live transmitida pelas redes sociais, às 20h

Caxienses do Choros de Balcão são atração em live do Sesc RS nesta sexta-feira Divulgação/Divulgação
Choros de Balcão tem Rafael Diniz (violão), Rafael De Boni (acordeom), Beto Scopel (trompete) e Leozão Reis (pandeiro) Foto: Divulgação / Divulgação

A série de lives do projeto “Sesc - Em Casa Com Você” apresenta nesta sexta o conjunto caxiense Choros de Balcão como atração, às 20h. Além de levar cultura e entretenimento para as casas das pessoas no período da quarentena e isolamento social, a apresentação, transmitida pelas redes sociais do Sesc RS (confira como assistir no final da matéria), também tem caráter solidário: enquanto assiste, o público pode fazer doações para o Programa Mesa Brasil Sesc.

Grupo que surgiu em 2013 como uma reunião de amigos e que chegou a ter sete pessoas na formação, desde o ano passado o Choros de Balcão virou quarteto, formado pelos remanescentes Beto Scopel (trompete) e Leozão Reis (pandeiro), e pelos recém-chegados “rafaéis”: Rafael Diniz (violão de sete cordas) e Rafael de Boni (acordeom). Uma mistura pouco convencional, se for considerada a instrumentação mais consagrada do gênero, mas que ajuda à estética menos tradicional que os caxiense propõem.

- Um conjunto de choro normalmente é composto pelo violão, cavaquinho, bandolim, pandeiro e flauta, embora haja exceções. A banda do Pixinguinha, Os Oito Batutas, também tinha trompete e saxofone, instrumentos mais jazzísticos. Mas esse é o choro carioca, e a gente traz uma mistura que também é a mistura das pessoas e da cultura. O acordeom é o instrumento mais típico do Rio Grande do Sul, mas também era comum nos primeiros grupos de choro. O trompete, por sua vez, ajuda a nessa combinação de timbres um pouco diferente e até inusitada - comenta Beto Scopel.

Scopel também destaca que o repertório vai além do tradicional, embora alguns clássicos do gênero também estejam presentes, para contemplar o que ele considera ser um “dever de artista” de aproximar o público de uma das mais importantes manifestações da cultura brasileira:

- Vamos tocar um pouco de samba, como Água de Beber (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), uma versão de Merceditas (folclore argentino) que no meio emenda Autumn Leeves, um standard de jazz. Também terá o Choro do Gabi, autoral do Rafael de Boni, e alguns choros tradicionais como Tico Tico no Fubá e Brasileirinho. 

A live pode ser conferida na página do Sesc RS no Facebook e no canal do Youtube, a partir das 20h. 

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