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Cinema01/04/2020 | 15h52Atualizada em 01/04/2020 | 15h53

Dica cultural para a quarentena, Sesc Caxias do Sul destaca seleção de 25 curtas-metragens paraibanos disponíveis online

Produções clássicas, documentários premiados e obras experimentais estão na mostra, toda gratuita

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¿Passadouro¿ (1999) mostra a transformação em uma comunidade após receber as primeiras antenas parabólicas Foto: Ver Descrição / Ver Descrição

Um dos principais parceiros da cultura no Brasil, particularmente em Caxias do Sul, o o Sesc segue atuante durante a pandemia. Agora virtualmente, é claro. Com atividades presenciais suspensas e adiadas, o departamento de cultura da entidade tem usado as plataformas digitais e as redes sociais para organizar e sugerir conteúdos audiovisuais aos que seguem sedentos por cultura, mesmo no confinamento.

– A gente está longe, mas está perto. O foco da atuação do Sesc é fazer as pessoas felizes, e nesse momento em que todos estão em casa, é nosso papel levar bem-estar e manter as pessoas munidas de cultura – comenta a agente de Cultura e Lazer do Sesc Caxias, Daiane Luza.

Dentro dessa proposta provisória, uma boa pedida é a curadoria de curtas e médias-metragens produzidos na Paraíba, elaborada pelo coordenador da área de cinema do Sesc-RS, Anderson Muller. É para agradar em cheio aos fãs de Bacurau, fenômeno recente do cinema nacional. Embora pernambucano, o filme de Kleber Mendonça Filho tem maior parte do elenco e locações na Paraíba, além de mostrar uma realidade muito próxima ao que os cineastas paraibanos trabalham em suas temáticas: desigualdade, violência e o abandono do Estado. 

Filme paraibano Aruanda, de 1960. Um dos clássicos do cinema nacional, produzido na Paraíba<!-- NICAID(14466370) -->
“Aruanda”, de 1960, retrata os quilombos paraibanosFoto: Reprodução / Reprodução

Entre as 25 obras selecionadas estão as duas produções paraibanas que figuram na lista dos 100 melhores filmes brasileiros da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema:  Aruanda (1960), de Linduarte Noronha, e O País de São Saruê, de Vladimir Carvalho (1979). Também estão na mostra curtas de ficção premiados em festivais pelo país, como A Canga (2001), de Marcus Vilar, e Nublado (2011), de João Paulo Palitot. E para quem gosta de documentários, boas pedidas são Passadouro (1999), de Torquato Joel, que mostra uma comunidade que recebe suas primeiras antenas parabólicas, e O Guardador (2007), de Diego Benevides, inusitado perfil de um funcionário de um laboratório de anatomia. 

Todos os filmes estão disponíveis gratuitamente no Youtube e seus links foram reunidos em uma postagem na página do Sesc Caxias do Sul no Facebook, que diariamente traz sugestões legais para ocupar bem o tempo na quarentena. A postagem da mostra paraibana pode ser acessada em: https://bit.ly/3bFIier.

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