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Música20/10/2019 | 21h02Atualizada em 20/10/2019 | 21h17

 Seis mil pessoas assistiram ao Concerto da Primavera, em Caxias

Orquestra Sinfônica da UCS e convidados apresentaram repertório de sambas

 Seis mil pessoas assistiram ao Concerto da Primavera, em Caxias Roger Clots/Divulgação
Tradicional concerto da Temporada da Orquestra Sinfônica da UCS celebrou o samba Foto: Roger Clots / Divulgação

Neste final de semana, Caxias voltou a respirar samba, o ritmo que é sinônimo de Brasil. O abre-alas se deu na sexta-feira, com a festa O Carnaval é Logo Ali, na UAB Cultural. O pré-carnaval, organizado pelo Bloco da Ovelha, terá mais duas edições até o fim do ano. E no domingo pela manhã, 6 mil pessoas curtiram e dançaram ao som da Orquestra Sinfônica da UCS, no 13º Concerto da Primavera.

No discurso de abertura, o reitor da UCS, Evaldo Antonio Kuiava, reforçou os pontos que julga serem importantes e que definem a instituição:

– Produzimos ciência, tecnologia, mas arte e cultura acima de tudo.

O roteiro do concerto, assinado por Germano Weirich, deu conta de pontuar o samba no curso da história da música no Brasil. Em mais uma oportunidade, a orquestra mostra sua versatilidade e na bela escola também dos solistas. Com destaque não apenas para a cantora Bruna Balbinot e para a superbanda porto-alegrense, Luastral, mas também para os bailarinos Giovani Monteiro, Kamila Perotti e Caroline Zini.

Concerto da Primavera: cerca de seis mil pessoas revivem clássicos do samba de raiz neste domingo, no Campus-Sede da UCSOrquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul e convidados conduziram o público a um passeio pela história do gênero musical, colocando a plateia para sambar
Maestro Manfredo Schmiedt conduziu a orquestra e os convidados solistas a um passeio pela história do samba no BrasilFoto: Roger Clots / Divulgação

Dois pontos altos do concerto: Tiro ao Álvaro, de Adoniran Barbosa e Osvaldo Molles, cuja abertura ficou por conta de uma linha de violoncelo, flertando com a melancolia, que na essência é um dos charmes do samba; e Coisinha do Pai, de Jorge Aragão, Almir Guineto e Luiz Carlos, imortalizada por Beth Carvalho, que pôs a plateia toda para sambar.

– Ah, agora sim vocês me deixam mais feliz, tava ficando depressiva vendo vocês sentados – brincou Bruna.

Para quem pensa que o carnaval e o samba não merecem espaço em Caxias, dois eventos realizados neste final de semana provam que as celebrações populares também querem seu espaço. Não por acaso, a permanência do desfile das escolas de samba do Carnaval de Caxias foi uma das sugestões apontadas pela Conferência Municipal de Cultura, realizada no sábado.

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