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Opinião03/09/2019 | 05h00Atualizada em 03/09/2019 | 05h00

Frei Jaime: a vida é simplesmente única e sem igual

Cada pessoa tem seu jeito, suas expressões e seus dons 

Frei Jaime Bettega
Frei Jaime Bettega

jaime@ofmcaprs.org.br

Bom Dia! A terça-feira amanhece silenciosamente... Aos poucos, tudo volta ao ritmo do dia... Recomeçar é uma oportunidade sem igual... Então, muita paz e muita disposição, pois este dia promete.... Feliz terça-feira! 

Cada pessoa sente de uma maneira. O que pode ser nada para você, pode ser muito para o outro.” (Emanueli Maria Zanoni).

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A vida é simplesmente única e sem igual. Cada pessoa tem seu jeito, suas expressões e seus dons. Até mesmo as pessoas bem semelhantes são totalmente diferentes. A peculiaridade habita as profundezas e inspira diferentes modos de sentir a própria vida. Cada pessoa sente de uma maneira. Respeitar os sentimentos dos outros é condição para garantir a harmonia da convivência. O que é insignificante para uns, pode ser exigente para outros. Não dá para querer que todos tenham a mesma compreensão, uma vez que cada um tem seu jeito próprio de assimilar e de sentir. 

É muito importante o exercício de colocar-se no lugar do outro e tentar sentir o que ele está sentindo, antes de emitir qualquer parecer. O cotidiano tem sido, em alguns momentos, o palco da aspereza e da dureza de coração. Como é urgente, no processo de humanização, recuperar a ternura no trato mútuo. A sensibilidade não é um adereço dispensável. Pelo contrário, as pessoas mais sensíveis até podem sofrer mais, mas são as mais felizes. Afinal, a vida não se resume unicamente na capacidade de pensar, mas na possibilidade de sentir profundamente o que não pode ser expresso por palavras. 

Ter consideração pelos sentimentos dos outros é o mínimo, quando se trata de fortalecer os laços fraternos. É um exercício exigente, mas cada vez mais importante para garantir boa convivência, considerar o sentimento das outras pessoas e o modo como cada um vê o mundo e se posiciona diante das diversas situações. 

Com certeza, os atritos e as dores emocionais seriam em menor escala, se houvesse mais respeito diante das peculiaridades humanas. O que é simples para uma pessoa, pode ser complexo para a outra. Os diferentes modos de sentir podem, sim, contribuir para intensificar a convivência, pois tudo é uma questão de aceitação e de compreensão. Bênção! Paz & Bem! Santa Alegria! Abraço!      

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