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Seção do leitor05/07/2019 | 06h00Atualizada em 05/07/2019 | 08h16

Leia o artigo "Desrespeito às normas", de Eduardo Soares Rodrigues

Texto foi publicado na edição do Pioneiro desta sexta-feira

Leia o artigo "Desrespeito às normas", de Eduardo Soares Rodrigues Luan Zuchi/
Foto: Luan Zuchi

*Economista e fundador do grupo Cinquentenário em Alerta

A nossa Caxias do Sul pode ser considerada no país como modelo em limpeza pública, principalmente pelo excelente trabalho prestado pela Codeca. O sistema de coleta por containers, separando o lixo orgânico do seletivo, tem se mostrado muito eficiente e o meio ambiente agradece. Entretanto, vivemos num país onde a formação cultural do seu povo é extremamente deficiente, com exceções, evidentemente. É comum, ao acessarmos tais containers para depositar nosso lixo doméstico, deparar com lixo seletivo no container destinado ao lixo orgânico e vice-versa.

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Isso, porém, não é o pior, pois acontece de pessoas depositarem em tais containers todo o tipo de detritos e resíduos industriais das mais diversas origens (têxtil, vestuário, metalúrgico, bem como, resíduos de construções civis, como tijolos, telhas, portas janelas, sobras de oficinas de chapeação, etc., etc.), assim como móveis e utensílios domésticos, às vezes, de portes desproporcionais depositados pelos próprios moradores. Porém, para agravar isso, a quantidade desse tipo de material depositada nesses containers chega, às vezes, a inviabilizar o depósito de lixo doméstico pela falta de espaço.

São caminhões lotados desse tipo de resíduo que ficam distribuindo desrespeitosa e ilegalmente, e sem o mínimo de consciência ambiental, pelos bairros. O Cinquentenário é um exemplo.

Se faz necessário uma revisão na legislação vigente referente aos critérios para o transporte e o descarte de resíduos, principalmente os mais poluentes, e que preveja punições mais severas para os infratores. Respeitamos e entendemos a prática de qualquer religião, mesmo as mais exóticas. Entretanto, não concordamos quando essa prática implica em poluição sonora afetando o descanso das pessoas, ou quando o descarte de oferendas ocorre nas portas de residências, nas ruas do bairro, ou até mesmo na praça, o que tem sido comum.

Gostaríamos de sugerir que a Câmara de Vereadores, ou a Secretaria do Meio Ambiente, promova uma campanha através dos meios de comunicação para conscientizar essas pessoas que transgridem as normas públicas e prejudicam o nosso meio ambiente, o que poderá contribuir para uma mudança cultural do nosso povo.

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