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Seção do leitor31/07/2019 | 06h00Atualizada em 31/07/2019 | 06h00

Fechamento das bancas em Caxias ainda repercute entre leitores

Opiniões foram publicadas na edição desta quarta-feira do Pioneiro

Fechamento das bancas em Caxias ainda repercute entre leitores Luan Zuchi/
Foto: Luan Zuchi
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FECHAMENTO DAS BANCAS
Enquanto a Júlio de Castilhos se apresenta abarrotada de mercadorias, o nosso Rei dirige sua mira, para as bancas de revistas. Bancas que, por sinal, atrapalham o ir e vir dos cidadãos, sujeitando os mesmos em dia de chuva a sair das marquises e caminhar sob goteiras. Sugiro abrir licitação para todos então, inclusive, para os contrabandistas de mercadorias piratas que prejudicam sobremaneira o comércio e o direito de ir e vir dos cidadãos.
Maria Helena Faggion
Aposentada, Jardim América

Estive recentemente em São Paulo e percebi que as bancas de jornais e revistas de lá continuam existindo. Porém, infelizmente não fazem mais jus ao nome, elas vendem um monte de porcarias de baixo valor, e, claro algumas revistas e jornais. Perderam totalmente o sentido. Trazendo aqui para Caxias, creio que já não têm mais razão de existir, e se não for agora, será um pouco mais adiante. Sou a favor, então, de que sejam desmontadas e que os locais que utilizam retornem ao uso comum de toda a sociedade, sendo apenas um espaço vazio ótimo para as pessoas circularem.
Sidnei Raimundo Cunico
Administrador, Petrópolis

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GUERRA VAI À IGREJA
Alguns vereadores, se assim merecem ser chamados, estão apelando. Estão usando uma personalidade católica, espetacular, para fazer seus comentários contra o gestor da  nossa cidade. O nosso gestor não precisa se esconder atrás de ninguém, pois é católico e costuma frequentar a igreja. Já alguns vereadores devem participar de festas religiosas atrás de votos. Mais um vez, estão mostrando sua pequinês.
Luiz Carlos Boff
Engenheiro, São Pelegrino

A PALAVRA "GESTOR"
Durante a campanha eleitoral para governador, ouvimos muito a palavra "gestor". Principalmente da parte do atual governador. Dizia ele que dinheiro tinha para pagar os salários em dia, era questão de gestão e TBC (Tirar a Bunda da Cadeira). Pois bem, passados alguns meses, o que se percebe é que a tal gestão jovem, moderna, inovadora, não surtiu efeito. Para começar, não cortou custos, premissa básica. Os privilégios continuam os mesmos para todos. Afinal, para que serve um novo gestor, com novas ideias e olhar no futuro se tudo continua igual? A máquina está muito inchada, pesada. Urge que se faça cortes. Parole, parole, parole...
Deonir Zangalli
Empresário, Farroupilha

ORGULHO DA UCS
Faço minhas as palavras do Sr. Eurico de Andrade Neves Borba (autor do artigo publicado neste espaço ontem). A UCS me orgulha. Tanto como formanda, quanto como cidadã que utiliza a sua infraestrutura, que vai do lazer à saúde. Infelizmente, estamos à mercê de um "desgoverno" municipal.
Sanaina Bueno
Assistente administrativa, Sagrada Família

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