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Dança06/08/2018 | 09h00Atualizada em 06/08/2018 | 09h00

3por4: há oito anos, bailarino caxiense Evandro Pedroni constrói trajetória no exterior

Bailarino valoriza o grupo como origem do caminho que hoje trilha em terras distantes

3por4: há oito anos, bailarino caxiense Evandro Pedroni constrói trajetória no exterior Divulgação/Divulgação
Foto: Divulgação / Divulgação

Há oito anos vivendo na Europa, o bailarino Evandro Pedroni visitou a terra natal recentemente – participou inclusive de um bate-papo sobre Pina Bausch no Taru, durante o fim de semana – e a coluna aproveitou para atualizar as novidades sobre a trajetória que o caxiense está construindo fora do Brasil. Evandro deixou Caxias em 2010 para estudar na Salzburg Experimental Academy of Dance (SEAD), na Áustria. Logo depois de concluir o programa Performance Major, o dançarino se mudou para Viena pois conquistou uma bolsa de pesquisa do TanzquartierWien, maior centro de dança da Áustria. Atualmente, permanece morando na capital austríaca, onde atua como bailarino, performer, coreógrafo e educador. Entre os trabalhos recentes que mais dão orgulho ao caxiense está o autoral S/M State Made (foto), desenvolvido no ano passado em parceria com a coreógrafa e bailarina francesa Claire Lefèvre e que recebeu apoio de um teatro local e integrou festival. 

— O cenário cultural do lugar onde eu vivo é bem ativo, com a intenção de descentralizar a dança e de tentar desenvolver uma cena conjuntamente. De tentar não depender somente do vínculo com grandes instituições, nomes ou projetos financiados pela prefeitura. De não elitizar os trabalhos, mas sim de fazer com que sejam mais acessíveis, tanto como estrutura mas também como conceitos, estéticas e diversidade de corpos nos trabalhos.  Eu sinto que há um senso enorme de comunidade e de apoio uns aos outros – elogia ele, que está voltando para Áustria hoje.

Bailarino caxiense Evandro Pedro, que vive na Europa. Foto do trabalho Supermann, desenvolvido por ele na  La_Trottier Dance Collective, da Alemanha.
Foto: Divulgação / Divulgação

Cria da Cia Municipal de Dança, o bailarino valoriza o grupo como origem do caminho que hoje trilha em terras distantes. 

— Teve uma importância enorme na minha carreira, na minha formação profissional como artista e na bagagem que levei para a Europa. Isso devido a experiência que tive como intérprete e como corpo pensante. Também em reconhecer a importância do trabalho que estava sendo feito como instituição na cidade, da valorização da profissão de artista da dança e de entender que sim, deve ser valorizada, reconhecida e tem a sua importância na sociedade — reflete.

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