3por4: Caxias ganha Instituto Cultural Taru no dia 30 de junho - Cultura e Tendência - Pioneiro

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Novidade21/06/2018 | 10h06Atualizada em 21/06/2018 | 10h07

3por4: Caxias ganha Instituto Cultural Taru no dia 30 de junho

Espaço também vai compreender um café

3por4: Caxias ganha Instituto Cultural Taru no dia 30 de junho Arte de Giovana Mazzochi e Douglas Trancoso/Divulgação
Foto: Arte de Giovana Mazzochi e Douglas Trancoso / Divulgação

Tem novidade daquelas bem boas chegando para agitar positivamente o cenário cultural da cidade. Essa tartaruguinha fofa da arte (acima), criada por Giovana Mazzochi e Douglas Trancoso, dá cara ao cara ao Instituto Cultural Taru. O nome escolhido, de origem hindu, tem tudo a ver com a proposta: representa uma planta pequena que traz consigo a energia vital de florescimento. É justamente na tentativa de fazer brotar boas ideias num cenário que parece se tornar cada vez menos propício a isso que surge o espaço, capitaneado por Jaque Pivotto e Robinson Cabral em parceria com vários artistas e produtores culturais locais. 

O Taru está ganhando forma num pavilhão aos fundos da casa de número 933, bem em frente ao Colégio La Salle, em Caxias. A ideia por lá é promover uma série de atividades de cunho social, cultural e artístico, sempre gratuitas, de terça a sábado. A inauguração do espaço está marcada para o dia 30, às 18h, com show da dupla Mone e Wili. A programação de julho já está fechada e recheada de atividades, dando ideia de uma sistemática envolvendo, principalmente, sessões de cinema especiais.

– Em setembro, eu e a Jaque fomos para Manaus e conhecemos um centro cultural que tinha uns sofás comunitários para a galera ver cinema, um sabor mais intimista, ficamos muito provocados. A gente vive um momento em que estamos todos sedentos por novidades culturais. Pensamos um espaço onde as pessoas possam chegar e se jogar como uma sala de estar mesmo – comenta Robinson. 

Entre as novidades que pintarão por lá já no mês que vem estão diferentes circuitos de filmes (incluindo temáticas como LGBT, música, cultura indígena e parcerias com o Sesc), ciclos de literatura e projetos como o Artista Aberto (onde talentos daqui terão espaço para falar sobre suas obras) e o Música Daqui (sempre com um dossiê audiovisual sobre artistas locais).

– Será mais uma ferramenta para trabalharmos a formação de público. É uma provocação para as pessoas, como se estivéssemos dizendo “olha para isso aqui”, numa matriz formativa mesmo – argumenta Robinson.

A casa que fica em frente ao Taru servirá como um café, batizado de Irene no Céu – em homenagem ao poema de Manuel Bandeira. O espaço vai inaugurar um dia antes do instituto cultural, às 10h do dia 29. Outra novidade que pintará por lá é a Kombi-Taru, um carango todo estilizado que receberá uma biblioteca e pode ser adaptado como espaço para exposições e peças de teatro. A ideia é que a Kombi fique estacionada em frente ao instituto, até como um convite à curiosidade de quem passa por ali. 

Um viva bem especial a essa bem-vinda iniciativa, e que a cidade possa absorver as bons ventos culturais que lá soprarão. 

Instituto Cultural Taru
Foto: Robinson Cabral / Divulgação

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