3por4: Veja a retrospectiva 2017 dos principais fatos ligados à cultura em Caxias - Cultura e Tendência - Pioneiro

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Ano de polêmicas29/12/2017 | 10h32Atualizada em 29/12/2017 | 10h32

3por4: Veja a retrospectiva 2017 dos principais fatos ligados à cultura em Caxias

Elencamos fatos, ações e iniciativas que movimentaram a cidade positiva ou negativamente

3por4: Veja a retrospectiva 2017 dos principais fatos ligados à cultura em Caxias Jéssica Drew/Divulgação
Foto: Jéssica Drew / Divulgação

2017 foi um ano recheado de polêmicas locais que, grande parte das vezes, acabaram por refletir o pensamento dos caxienses com relação ao papel da arte. Confira aqui a retrospectiva da coluna, elencando alguns dos fatos, ações e iniciativas que movimentaram a cultura em Caxias positiva ou negativamente. 

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PARA CIMA

:: O talento do quarteto instrumental Yangos reconhecido com uma inédita indicação ao Grammy Latino.

:: Caxias colocando três selecionados no edital Natura Musical. Um viva à Yangos, à Catavento e ao Festival Brasileiro de Música de Rua. 

:: O coletivo Lambe Lamber’s, dos expressivos artistas visuais Stang, Pedro ECB e Xadalu.

:: A união de diferentes frentes da cultura caxiense e a criação do coletivo Cachinhos do Sul, fortalecendo o setor diante de tempos difíceis para a arte.      

:: A atuação incansável do Conselho Municipal de Política Cultural contra o chamado “desmanche” da cultura.

:: O fortalecimento do Atillio’s 86 como um importante palco para a música autoral.

:: A iniciativa Paredes Vivas, encabeçada pela Tonin Imóveis, em levar painéis de arte para espaços em branco da cidade.

:: Os 10 anos do Mississippi Delta Blues Festival, consolidado como um dos mais importantes da América Latina.

:: O empreendedorismo de Toyo Bagoso ao abrir uma filial do Mississippi Delta Blues Bar no Rio de Janeiro.

:: A primeira edição do Festival Varilux de Cinema em Caxias, união de esforços da Unidade de Cinema e Aliança Francesa.

:: A volta da Feira do Livro de Caxias para a Praça Dante Alighieri, reivindicação da Associação dos Livreiros Caxienses e de boa parte da comunidade.

:: O produtivo ano do escritor Pedro Guerra, que assinou com editora nacional (Gutemberg), publicou dois livros, realizou concurso literário e ainda ministrou cursos de escrita criativa. 

:: Natalia Borges Polesso e a visibilidade ainda crescente da obra Amora, acumulando prêmios e traduções. 

:: A representatividade feminina em iniciativas como o Leia Mulheres.

:: Jonas Bender Bustince e a o Honey Bomb Records, selo que contribuiu para a vinda de nomes como Carne Doce e Liniker a Caxias. Jonas também foi painelista na Semana Internacional de Música (Sim) de São Paulo.

:: O trabalho do coletivo Salmon Grass misturando música, moda e entretenimento.

:: O crescimento do movimento vegetariano e vegano na cidade.

:: A consolidação de bazares alternativos que fomentam o mercado slow fashion local.

:: O segundo ano do programa 360 e a visibilidade nacional aos artistas da Serra.

:: As opções de lazer ao ar livre que têm bombado cada vez mais, como Garibaldi Vintage, Leopoldina Bier Garden, Jantar Sob as Estrelas, Vivere, festivais do La Birra, etc.

:: As ações culturais do Muinho Club, em Farroupilha.

:: A representatividade do aniversário de 50 anos da UCS e de 25 anos do curso de Design de Moda (um dos mais frutíferos do país).  

:: A visibilidade conquistada pelo cantor Cirio e a participação no Lazinho com Você, da Globo.   

:: O empreendedorismo criativo da moçada do coletivo audiovisual 1Quarto.

:: As ações de combate ao preconceito e à discriminação LGBT encabeçadas pela Level e pelo Alouca Café.

:: O Sesc fomentando cultura com muitas parcerias na cidade.

:: A seleção da bailarina Luiza Tomé (do Núcleo Artístico Ballet Margô) para a renomada escola Staatliche Ballettschule Berlin.

:: Os 45 anos do Festival de Cinema de Gramado.

:: A atuação da Varsóvia Educação e Cultura e do produtor Robinson Cabral em iniciativas grandiosas como Festival Especial, Cine Forqueta, Cinema de Verão, Cinema de Inverno, Cinema na Estação, etc.

:: O festival CineSerra e a visibilidade às produções locais.

:: A força conquistada pelo carnaval de blocos e o surgimento de novas iniciativas, como o Carnaval do Luizinho. 

:: A participação dos caxienses da Lennon Z and the Sickboys no festival americano Viva Las Vegas Rockabilly Weekend.

:: O festival Medi in Rock, que realizou a oitava edição em Veranópolis.

:: A primeira edição do São Chico Beatles Weekend, com a presença da irmã de John Lennon na Serra.

:: A Galeria Cubo e o espaço às discussões sobre arte.

:: A poesia de Rafael Iotti, que estreou com o livro Mas é possível que haja outros.

:: O turismo fortalecido pela presença da Serra no longa O Filme da Minha Vida ou no MasterChef Brasil, da Band.

:: Fábio Panone Lopes povoando com arte o bairro de Wynwood, em Miami; ou a cidade de Puente Aranda, em Bogotá.

:: A louvável ideia audiovisual Divine, que movimentou a cena drag de Caxias.

:: A representatividade do coletivo de arte e cultura africana Math Art. 

:: A participação de produções locais como Kátharsis, Ego Sum e The Neighboor em festivais internacionais.

:: Chiquinho Divilas e o fortalecimento do hip hop nas escolas e fora da periferia. 

:: A continuação do Ocupa Imigrante. 

:: As turnês internacionais de bandas como Cuscobayo, Jessica Worms, Infected Sphere, Os Bombarderos Suicidas, etc.  

:: A estreia do Festival Enxame.

PARA BAIXO

 CAXIAS DO SUL, RS, BRASIL, 28/11/2017. Protesto de artistas caxienses na Sinimbu, contra as medidas do prefeito Daniel Guerra. (Porthus Junior/Agência RBS)
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

:: O fechamento da UCSTV, que tinha programas inventivos como o Rede de Olhares na grade.

:: A última edição do Bento em Dança, importante iniciativa que a comunidade perde por conta da falta de apoio financeiro.

:: Toda a polêmica envolvendo o Financiarte. Primeiro, por conta da demora para a abertura do edital e da falta de diálogo da prefeitura com os profissionais da cultura. Depois, pelo violento corte da verba que estava prevista em lei. Por fim, pela suspensão do artigo que previa o valor destinado ao incentivo cultural. 

:: A descaracterização do prédio da Maesa, que chamou atenção no início da ocupação do prédio pela prefeitura. 

:: O rodízio de funcionamento dos museus aos domingos, enfraquecendo o turismo.

:: O Atelier Zambelli fechado desde agosto numa demorada obra de reforma. 

:: A escassez de shows nacionais em Caxias.

:: A impossibilidade de a Associação Cultural Paralela realizar apresentações ao vivo. 

:: O troca-troca em importantes cargos da Secretaria da Cultura, como a saída da titular da pasta, Adriana Antunes, e a exoneração de Carlinhos Santos e Marcelle Monteiro das unidades de Dança e de Cinema e Vídeo, respectivamente. 

:: A não realização do Prêmio Anual de Incentivo à Montagem Teatral.

:: A polêmica local do caso Queermuseu, com a Câmara de Vereadores de Caxias encaminhando moção de repúdio à exposição e solicitando a retirada do catálogo da mostra da Biblioteca Pública Municipal (que também aconteceu em Bento), num ato descabido de censura à arte.

:: Caxias em Cena sem as tradicionais atrações internacionais na programação.

:: A perda da oportunidade de participar de um edital estadual que poderia incrementar o orçamento da cultura no município.

:: A ameaça da retirada da Casinha do Blues, instalada na Estação Férrea. 

:: O enfraquecimento dos centros comunitários e pontos de cultura.

:: A performance de um bailarino na Praça João Pessoa, confundida com um surto pela Guarda Municipal e que expôs a fragilidade do pensamento comum quando o assunto é “o que é arte?”.

:: A derrocada do Carnaval de rua protagonizado pelas escolas de samba de Caxias.

:: O adiamento da Festa da Uva de 2018 para 2019.  

 
 
 

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