Sociedade por João Pulita - Colunas do João Pulita - Sete Dias: agenda cultural, shows, exposições e mais
 
 

SOCIAL08/10/2020 | 06h10Atualizada em 08/10/2020 | 06h10

Sociedade por João Pulita

Veja a coluna social desta quinta-feira!

Sociedade por João Pulita Neimar De Cesero / Divulgação/Divulgação
As arquitetas Lucia Costa e Emanuella Detoni, que assinaram o projeto do espaço de moda Vinth Vinth, foram presenças na estreia do novo endereço Foto: Neimar De Cesero / Divulgação / Divulgação

Mulheres

A campanha Outubro Rosa 2020, com apoio da Fundação Universidade de Caxias do Sul, promove venda de máscaras com laço cor-de-rosa, símbolo internacional da ação alusiva à data, e lucros revertidos para o Banco de Perucas do Hospital Geral. Elas serão comercializadas a R$ 15, e podem ser encontradas em lojas voluntárias na cidade. Outra iniciativa, será uma live com a escritora Mirela Janotti, que ocorrerá dia 19, às 19h30min, com transmissão pelo Facebook do Instituto Amigas de Peito e Alma da Serra Gaúcha.

Clique e confira outras edições da coluna social de João Pulita

A consultora de imagem Julianne De Antoni fazendo bonita presença na estreia do Vinth Vinth Foto: Neimar De Cesero / Divulgação
A fashionista Regiane Ramos De Carli e a artista plástica, Jane De Bhoni, selaram parceria criativa e fazem moda na primaveraFoto: Elio Abe / Divulgação

Atmosfera

Regiane Ramos De Carli, criadora da NOIR, apresenta a coleção Renascença. Desta vez, a artista convidada para assinar colaboração é Jane De Bhoni. São 40 peças em linho, 100% pintadas pela artista e com bordados manuais, uma obra de arte. Renascimento, um período da arte e da imaginação que, para Regiane, remete ao sentido mais puro da primavera, na qual a natureza se renova, na eterna presença da esperança. O leitor pode conferir mais detalhes em www.noirbh.com.br e no perfil no Instagram @noirbh_.

Vanessa Pan e Adilson Lopes esperam pela chegada de Henrique Foto: Fabio Grison / Divulgação

Babeiro

No último sábado, Vanessa Pan e Adilson Lopes promoveram uma reunião familiar e intimista, em casa, para revelar o nome do esperado primogênito. O menino responderá pelo nome de Henrique, que tem origem no germânico Haimirich, e resulta o significado, “príncipe do lar”.

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Dentro e fora da caixa!

Foto: Alex Battistel / Divulgação

José Carlos Danna, o festejado “DJ Danna”, segue se reinventando. Caxiense, filho de Léo Osmar Danna (in memoriam) e Marilem Maria Serafini Danna, casado com Cristiane Poletto, é DJ há 26 anos e quase formado em Direito pela UCS. Amante de música, gastronomia e tecnologias, iniciou a carreira nos anos 1990, passando inicialmente em festas sociais dos clubes da cidade. Em 1996, teve sua primeira residência como DJ no iT Club, em seguida Ibiza de Atlântida, no Litoral Norte, passou por diversas festas e festivais como Planeta Atlântida, Carpe Vita e Hed Kandi, em Punta del Este, esta a convite dos irmãos Pedro e João Garayalde. Hoje, com a pandemia do novo coronavírus, ao dar uma pausa nas festas e eventos, descobriu a oportunidade de colocar em prática seu talento na gastronomia e criou, com o apoio de sua esposa, a Esperienza Box, que já faz o maior sucesso com o fã clube dele. Conheça peculiaridade e um pouco da história de vida de Danna, este determinado taurino!

O que é o bom da vida? É saber aproveitar e valorizar as coisas boas no presente.

Qual seu som da infância? Minha infância teve uma influência muito forte com o que meus irmãos e meu pai ouviam. Então foi recheada de pop e disco como: New Order, Pet Shop Boys, Madonna, Erasure, Chic, Donna Summer. Por parte do meu pai vem uma linha mais clássica com Luciano Pavarotti, Plácido Domingos e Frank Sinatra.

Qual a passagem mais importante da tua biografia e que título teria se fosse uma obra? A minha vida sempre teve muita energia ligada a música, família e amigos. Uma passagem importante é ter me tornado DJ profissional, contando o primeiro cachê,  aos 14 anos. O título provavelmente seria algo “Histórias da noite pelos olhos de um DJ”.

Se pudesse voltar à vida na pele de outra pessoa, quem seria? Não me vejo na pele de outra pessoa, mas se pudesse voltar à minha pele, mais novo, aproveitaria ainda mais as coisas boas da vida sem me preocupar tanto com o futuro.

Dizem que os ícones são de barro, concorda? Quem são os seus? Concordo que os ícones sejam de barro, assim eles podem se moldar de acordo com nossos sentimentos e épocas de nossas vidas. Meus pais sempre serão meus primeiros ícones e espelho de como ser uma pessoa melhor.

Quais foram os sucessos que sinalizaram o início de sua carreira como DJ? Comecei minha trajetória com o Beto GG, o Gilberto Giongo, no antigo Recreio Guarany, onde pude aprender muita coisa sobre pista. Aos 15 anos o DJ Rocha Netto me convidou para tocar sozinho, em um sábado de casa cheia no extinto Amadeus, da Sinimbu. Já aos 16, fui residente do iT club e em seguida veio o Ibiza, de Atlântida e Gramado com Julius Rigotto e o Alexandre Guizzo. Onde surgiram convites para eu tocar em diversas cidades do Estado, abrindo um leque gigante de novas experiências e amizades, que preservo até hoje. Os sucessos musicais da época eram Corona, La Bouche, Le Click, Haddaway, entre tantos outros.

E quais músicas não saem da sua playlist? Fleetwood Mac, Harold Melvin,  Moby, The XX e The Killers, acho que estão sempre presentes.

Como embalar as noites na quarentena? Qual a sua alternativa para as “noitadas”? Fins de semana sempre têm uma diversidade de amigos DJs fazendo lives, mas tem uma em especial, aos sábados, do DJ Zeca Fernandes, de Porto Alegre, que reúne uma pluralidade de estilos e DJs com qualidade. O jeito é inovar, a sala vira pista de dança e a cozinha o camarote!

Que conexão faz entre o universo da música e o da gastronomia, que você recentemente ingressou? A arte da música tem muito a ver com a arte de cozinhar, pois ambas influenciam diretamente na emoção das pessoas. Tanto para selecionar uma boa música ou, um bom tempero, é preciso de técnica e feeling para transmitir uma energia boa para quem recebe.

Como é compartilhar a rotina de trabalho com sua esposa, na criação da Esperienza Box? Foi uma ideia que estávamos desenvolvendo antes mesmo da pandemia, pois sempre gostei e desejei empreender no ramo da gastronomia com parceria de pequenos produtores locais. Com a chegada da pandemia tive que dar um pause no meu trabalho, resolvemos enviar para os amigos alguns produtos que possivelmente um dia viríamos a oferecer. O feedback foi muito positivo, a Cristiane me incentivou a dar segmento no projeto e nosso amigo, Maurício Cescon, deu de presente o branding da marca, era só arregaçar as mangas e trabalhar. Ela trabalha em uma agência de publicidade, então me ajuda nos fins de semana. Toda parte mais delicada e charmosa dos produtos e embalagens foi ideia dela, eu fiquei com as receitas e a mão na massa.

Qual foi o último presente que ganhou e qual gostaria de ganhar? Meu último presente foi um disco de vinil que ganhei de um amigo. O presente que gostaria de ganhar no momento é a notícia de que a vacina contra a Covid-19 foi aprovada e está chegando no Brasil.

Como exercita a paciência nesse período de recesso social? Primeiro comecei com pequenos reparos dentro de casa, fazendo uma limpa nas minhas coisas, testando novas receitas, criando um trabalho novo e, no meio de tudo, sempre pesquisando novas músicas e sabores.

Onde busca equilíbrio e harmonia? Com minha família, minha cachorra, amigos e irmãos. São o centro de tudo, mesmo que virtualmente, nos dias de hoje.

Um projeto dos sonhos? Ser cada dia uma pessoa melhor e mais útil, sempre levando uma energia boa para as pessoas, seja através da música ou da gastronomia. 

Livro de cabeceira: Os Templários, de Barbara Flare.

Filme para assistir inúmeras vezes: O Poderoso Chefão, do diretor Francis Ford Coppola.

Fontes de inspiração? Música, natureza, família, amigos.

Uma palavra-chave: persistência.

Lugar preferido no mundo? Minha casa.

 
 
 
 
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