Sociedade por João Pulita - Colunas do João Pulita - Sete Dias: agenda cultural, shows, exposições e mais
 
 

SOCIAL28/07/2020 | 06h10Atualizada em 28/07/2020 | 06h10

Sociedade por João Pulita

Veja a coluna social desta terça-feira!

Sociedade por João Pulita Rafael Sartor / Divulgação/Divulgação
Deivi Mazzocchi, José Miguel e Lívia Maria Verruck Mazzocchi e Tecla Verruck comemoraram o aniversário de Lívia, sábado Foto: Rafael Sartor / Divulgação / Divulgação

Calendário

A administradora Sheila Gasparetto Bazzi volta, hoje, ao centro das atenções pela passagem de seu aniversário. Já amanhã, os aplausos, afagos e abraços giram ao redor da comunicadora Lisete Oselame, Dunia Schmitt, da arquiteta Adriane Karkow e do advogado Fabio Scopel Vanin.

Clique e confira outras edições da coluna social de João Pulita

William Kuyava, Frederico Volpato Kuyava e Cândida Andrade Volpato, sábado, quando celebravam o primeiro aninho de Frederico em reunião íntima e familiar Foto: Cassiane Aguiar / Divulgação
Anory Zago de Andrade contabiliza seus 93 anos, hoje, e recebe homenagens da filha, do genro, dos netos e da bisnetaFoto: Maria Ivone Andrade Giordani / Divulgação

Disciplina

O isolamento social não foi motivo para Laura Hübner Tessari Braz deixar de instigar o conhecimento. A aluna do CETEC/UCS - Escola de Ensino Médio e Técnico participou, no último dia 15, da fase final do Campeonato Internacional de Astronomia e Astrofísica. Realizada em três fases, totalmente no idioma inglês, a competição é destinada a alunos de ensino médio e de graduação. Segundo a professora Andréia Michelon Gobbi, coordenadora do CETEC Ciência, a participação dos alunos em olimpíadas das diversas áreas do conhecimento é uma das principais iniciativas que a escola oferece.

Anete Titton De Carli feliz com a idealização e construção de sua própria hípicaFoto: Arquivo Pessoal / Divulgação

Hipismo

Anete Titton De Carli, com o apoio inconteste de sua família, acaba de tirar do papel um sonho iniciado há 38 anos, quando implementou a Escola de Equitação, no Jockey Clube Caxias do Sul. Agora, ela tem sua própria hípica, ativada na chácara do clã em Ana Rech.  A boa nova foi construída ao longo deste ano com projeto arquitetônico assinado por uma das filhas de Anete, a arquiteta Paula Titton De Carli. Lá implantou a pista de saltos, o pavilhão com as baias e a sede administrativa. Este ambiente é uma antiga construção que abrigava cavalos e que foi toda reformada em estilo rústico chic. O piso é de basalto e as peças são, em sua maioria, antiguidades. Em breve uma copa da Florense será instalada no local, onde os pais dos alunos poderão aguardar durante as aulas. O lugar é lindo, a natureza é mais um dos pontos fortes.

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Do doce afeto ao voo criativo!

Douglas TenuttiFoto: Arquivo Pessoal / Divulgação

Aos 22 anos, o caxiense Douglas Tenutti, filho de Osvaldir Silvestre Tenutti e Ilda Jardin Tenutti, já é uma revelação no segmento da moda streetwear, sonhada na infância e concretizada na adolescência. Arrojado, ele é a imagem do produto que cria e veste com sucesso um expressivo grupo da nova geração. Nosso entrevistado acredita no autêntico e no sustentável. Em meio a pandemia, ratificou a ideia da marca que desenvolve e tem até um projeto em produzir número maior de peças para doar aos que necessitam e poder aquecer não só o corpo das pessoas, mas como o coração/alma, atitude que aprendeu desde cedo com sua avó materna. Conheça a novidade Douglas Tenutti, criador e criatura inspirados no fazer com sabedoria!

Qual sua lembrança mais remota da infância e que sabor te remete essa época? As frequentes viagens de ônibus para Sapucaia do Sul, quando íamos visitar minha avó, Vitalina Maria Jardin (in memoriam). Lá sempre havia o doce de leite caseiro que ela preparava, porém, para comê-lo tínhamos que encerar a casa inteira e varrer o pátio. Também lembro do sabor da bala de iogurte que ela mandava comprar no Armazém da Neca. Isso descreve minha maior saudade. 

Quais músicas não saem da sua playlist? Zé do Caroço, Quem Não Quer Sou Eu, Felicidade, É Isso Aí, na voz de Seu Jorge. Caetano Veloso em Sozinho, Samba de verão, Chega de Saudade. Do Gabriel Pensador, elejo Pra onde vai?, Bala Perdida, Pátria Que Me Pariu. E do Péricles, Até Que Durou, No Fundo dos Meus Olhos. 

Se pudesse voltar à vida na pele de outra pessoa, quem seria? Até pode parecer clichê, mas a vida dos meus pais, Osvaldir e Ilda, por serem as melhores pessoas que conheço. Mas voltaria na pele da minha mãe, pois ela troca com frequência o dia pela noite para fazer artesanato, cuidar da nossa família e por durante muito tempo dedicar amor e atenção para a minha avó. 

Gostaria de ter sabido antes... a falta que faz um abraço, um beijo de quem amamos.

Qual a passagem mais importante da tua biografia e que título teria se fosse publicada? Como puderam notar nas outras respostas, a passagem mais importante foi o tempo que passei com minha avó. O título que eu daria seria: “Sobrevivendo sem o doce de leite.” 

O que é ter estilo? Ter estilo vai além de uma roupa com um acessório. É ser autêntico, transmitir por meio da imagem quem você realmente é. 

Reflexão de cabeceira? Se estou proporcionando o bem para aos que estão ao meu redor. 

Uma qualidade: transparência, sou franco nas minhas atitudes. 

Um defeito: indecisão, mas culpo o signo, pois sou geminiano. 

Uma palavra chave: respeito. 

A melhor invenção da humanidade? A câmera fotográfica, que permite registrar momentos para vida toda. 

Um hábito que não abre mão? Um hábito que passei a ter depois que comecei a morar sozinho e se soubesse antes teria feito há muito mais tempo: todos os dias tomo um chá e leio alguma coisa. 

Qual é a sua história com a moda, como começou e por que decidiu seguir por esse caminho? Comecei recentemente, mas desde os meus oito anos falava que iria ter minha marca de roupa e aos 16 tive meu primeiro projeto quando participava do Jovem Aprendiz, que acabei não dando continuidade. Deixei o sonho de criança “estacionado”, por medo que desse errado. Aos 19 anos comecei a trabalhar em uma loja de roupa e ali me aproximei mais de marcas que me identifico e comecei entender um pouco sobre tecidos e tudo mais. Porém, em setembro de 2019 tive a oportunidade de colocar meu sonho em prática, tirar do papel, e passar a confeccionar. Foi neste momento que surgiu a WISE. 

Quais são as suas referências na área? Me inspiro no fazer das seguintes marcas: Approve, Baw, Impie, Adidas, Vans e Stuffy.

O que tem feito para impactar o mundo de maneira positiva? Todos os dias tento fazer as pessoas que estão ao meu redor felizes, seja presencialmente ou por meio das minhas redes sociais. Procuro elogiá-las com sinceridade e passar mensagens positivas. 

De que maneira considera que o cenário atual está afetando o mercado da moda, e como isso vai impactar no futuro? O que vivemos agora trouxe uma reflexão sobre consumo: o que é necessário e o que não é. Futuramente o consumidor escolherá peças de qualidade e durabilidade, principalmente de marcas locais, ao contrário de peças fast fashion. Ao meu ver, haverá uma procura maior por aquisições de roupas em brechós e repasses. 

Quais são os seus planos para o futuro? Desenvolver minha marca, ter estabilidade financeira e principalmente emocional. Quero buscar sempre crescimento e superar desafios. 

Com a situação atual do mundo, acredita que o profissional de moda estará mais preparado para desenvolver trabalhos voltados à coletividade? Quem conseguir ler o mercado e ver as oportunidades que estão surgindo com inovação e responsabilidade social estará apto a trabalhar com coletividade. Porém aqueles que permanecerem com pensamento retrógrado ficarão estagnados. 

A era digital vem beneficiando a moda de diversas formas, tornando-a cada vez mais acessível ao público. Quais são os pontos positivos e negativos de trabalhar com as redes sociais? A visibilidade que as marcas têm, principalmente as menores, é a melhor parte. Atingir o público alvo, em contato com os consumidores e podendo se reinventar a cada instante trazem oportunidades que não teríamos tão facilmente sem as redes. Associar pessoas que as representem em sua essência e consigam transmitir a mensagem da marca assertivamente é um grande diferencial. Porém, nem sempre as críticas são construtivas, essa é a parte negativa, por isso o desenvolvimento de um filtro de análise é essencial. 

O que significa fazer moda e como isso reflete na sua vida pessoal? Fazer moda é conquistar finalmente meu sonho de criança. Reflete na minha motivação diária, de estar sempre em renovação e buscando oportunidades nesse meio competitivo.

 
 
 
 
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