Sociedade por João Pulita - Colunas do João Pulita - Sete Dias: agenda cultural, shows, exposições e mais
 
 

SOCIAL23/07/2020 | 06h10Atualizada em 23/07/2020 | 06h10

Sociedade por João Pulita

Veja a coluna social desta quinta-feira!

Sociedade por João Pulita Raul Cardoso / Divulgação/Divulgação
Pedro Sehbe recebeu da pesquisadora Véra Zattera a obra Vestindo Moda que ela produziu e que ele participa com um artigo de conteúdo Foto: Raul Cardoso / Divulgação / Divulgação

Ouro

Os fundadores da Prolar, Vilson Dalla Vecchia e Marisa Formolo Dalla Vecchia, juntamente com os sócios e diretores Fernando Gonçalves dos Reis e Thiago Dalla Vecchia armam festa, em formato delivery, para celebrar os 50 anos de atuação da imobiliária. Cada um dos colaboradores receberá, em casa, um kit comemorativo - com cupcakes, quitutes e máscara personalizados - para brindar a data. A festividade ocorrerá neste sábado, dia 25, às 17h, pela plataforma de transmissão Zoom.

Clique e confira outras edições da coluna social de João Pulita

A rainha do Recreio Cruzeiro e Glamour Girl Caxias do Sul, Nina Valduga Stoduto, a postos para conduzir as funções e os títulos até 2021Foto: Giorgia Valduga Stoduto / Divulgação

Estrela

Neste mês de julho, a rainha do Recreio Cruzeiro, Nina Valduga Stoduto, filha de Alexandre Domingues Stoduto e Alicia Soldatelli Valduga Stoduto, comemora um ano representando o clube e também com sua atuação brilhante como Glamour Girl Caxias do Sul 2019. Defenderá o título pela Liga Feminina de Combate ao Câncer - Núcleo Caxias do Sul, até 2021 com o desafio de continuar focada na proposta filantrópica.

Bem Estar

A ADCE Caxias do Sul retoma a realização de lives e apresenta mais uma edição do projeto Liderança com Valores, quinta-feira, dia 30, às 19h30min, no perfil @adcecaxiasdosul no Instagram. Para abordar o tema “Saúde: rotina, alimentação e imunidade – cuidados durante a pandemia”, foram convidadas as nutricionistas Roberta Araújo e Keli Vicenzi, com mediação da vice-presidente da entidade, Bianca Heck Haas.

Manoel Valente Figueiredo Neto é a persona da Revista NOI, uma publicação bimestral, em entrevista para a jornalista Caroline Pierosan Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação

Ilustre

O jurista e registrador de imóveis da 2ª Zona Imobliária de Caxias do Sul, Manoel Valente Figueiredo Neto, que acaba de lançar sua décima obra intitulada “Segurança Jurídica e Propriedade Privada”, comemora o sucesso do feito. Está autografando o livro para os profissionais que se relacionam com o seu trabalho no segmento, além de atores representativos na comunidade. Por conta deste estudo, Manoel é capa e conteúdo da Revista NOI, em entrevista para a jornalista Caroline Pierosan.

Parabéns!

Hoje é dia de aplaudir a passagem da data querida de Mirele Guerra, Laura Rossi e Sandro Panassol.

Andrei Costa e Júlia Signori Nehme são os noivos da estação Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação

Marzipã

O jovem casal Andrei Costa e Júlia Signori Nehme está que é só emoção. Enamorados de longa data, o técnico em eletrônica e a chef confeiteira, noivaram neste mês em reunião de brindes, intimista e familiar. Os abraços ao redor dos jovens ocupou o elegante endereço dos pais de Júlia, os conhecidos Marcelo e Nelci Nehme. Entre os amigos que vibram com a boa nova do casal, figura o advogado e entusiasta Patrick Mezzomo.

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O apuro e o diálogo do fazer artístico de Mirian Garcia!

Mirian Calcagnotto GarciaFoto: Jonas Adriano / Divulgação

A artista plástica caxiense, Mirian Calcagnotto Garcia, filha de Guerino Calcagnotto e Eny Farina Calcagnotto (in memoriam), ainda que graduada em Ciências Naturais pela Universidade de Caxias do Sul, construiu uma história de excelência no universo das artes e é reconhecida no país por sua vasta produção. Elegante em tempo integral, Mirian é esposa do médico e cirurgião plástico Luiz Carlos Celi Garcia com quem tem três filhos, Rachel, Maurício e Adriano Calcagnotto Garcia. Atualmente radicada na capital gaúcha, nossa entrevistada segue em conexão, apaixonada pela terra natal e com o fazer artístico. Como boa ariana, do dia 14 de abril, Mirian está sempre cheia de ideias para transformar seu mundo interior e o que está ao seu redor!

Que conexão lúdica faz com a sua infância? A memória da minha infância me remete à casa onde sempre morei. Lá aconteceram as brincadeiras de casinha e bonecas, os meus shows como cantora, na qual o palco era a escadaria e o público, quem passava na rua. E lá também foram os desfiles, fantasiada de gente grande, com salto alto, perucas e outros apetrechos.

Ao lado de quem gostaria de ter sentado na época da escola? Sempre daria preferência para sentar ao lado da minha melhor amiga. Mas teria sido interessante dividir a classe com a imortal Cecília Meireles.

Traço marcante de sua personalidade? Determinação com uma boa pitada de teimosia.

A melhor invenção da humanidade? Qualquer invenção que tenha contribuído para a evolução e o bem-estar do ser humano. Mas sempre me fascinou qualquer modo de comunicação à distância.

Com que mensagem encara o mundo? Procurando sorrir sempre, com fé e esperança. E pensando que “tudo passa, a paciência tudo alcança, só Deus não muda”, segundo Santa Tereza D’Ávila. Tenho fé!

Gostaria de ter sabido antes... que a vida passa rápido, como num piscar de olhos!

Frase máxima? Aceitar o próximo, admirando suas qualidades e buscando, ao mesmo tempo, ter tolerância com seus defeitos.

O que mais respeita no ser humano? A honestidade.

Qual a palavra mais bonita da língua portuguesa? Gratidão.

Qual a passagem mais importante da tua biografia e que título teria se fosse uma obra? A convivência com a minha família. O título seria “Memórias de um tempo feliz”.

Reflexão de cabeceira? Antes de ler - atualmente a vida e obra de Francis Bacon -, costumo fazer uma análise de como foi o meu dia e planejo o seguinte sempre melhor.

Se tivesse vindo ao mundo com uma legenda ou bula, o que conteria nela? Fácil interação e dedicação plena às pessoas a quem ama.

Um hábito que não abre mão? Nas relações em geral, procuro sempre conversar e esclarecer com o outro sobre possíveis atitudes não compreendidas, que possam estar interferindo no bom convívio.

O que fazer para se manter criativa em tempos de isolamento social? Em primeiro lugar ter serenidade e saber conviver comigo mesma (gosto de me isolar de vez  em quando). Aí sim, me ocupar em criar,  pintar, restaurar, ler, pesquisar, assistir a bons filmes ou simplesmente ficar sem fazer nada.

Quem são as suas influências em relação a artes visuais e como começou a criar? Sempre fui atraída pelos pintores impressionistas. Depois que deixei de ser professora de química, permiti que viesse à tona o que já era latente em mim desde criança, ou seja, a vontade de expressar em cores aquilo que a minha sensibilidade consegue captar.

O que considera essencial para quem pretende estudar e se especializar em arte? Ter muita disciplina! Estudar, pesquisar, apurar o olhar e a sensibilidade. Trabalhar, trabalhar  e trabalhar! Cercar-se de boas influências que o impulsionem para cima, com a intenção de sempre melhorar.

Quais seus projetos para o futuro? Está trabalhando em algo? O futuro é uma tela em branco. Por isto o artista, talvez por necessidade de explorar novos caminhos, costuma transitar por várias técnicas, novos temas e novas inspirações, buscando superar-se, criar “novas fases”. Isto deveria acontecer naturalmente, na busca de algo que lhes dá mais prazer, necessidade de expressar ou habilidade para executar. No momento, o que muito me impactou foi ver a solidão das pessoas nas janelas, presas em suas casas, e me inspirou para dar início a uma pequena série, que poderia ser intitulada “Janelas no Caos”.

Com a situação atual do mundo, acredita que, como artista, estará mais preparada para desenvolver trabalhos voltados à coletividade? Acho que isso poderia acontecer com o artista em qualquer situação e não apenas no difícil momento atual, em que a solidariedade tornou-se ponto de excelência. Consequentemente, depois desta triste realidade, como artista eu também poderia, sim, estar mais motivada a realizar ações em prol da coletividade.

O que tem feito para impactar o mundo e as pessoas de maneira positiva? Luto diariamente para ser mais leve e mais otimista. Tento fazer a diferença primeiramente com as pessoas que são mais próximas, com muito afeto, cordialidade, atenção e diálogo, muito diálogo (quanto mais presencial melhor!). O otimismo e a positividade vêm em ondas, de dentro para fora e alcançam, indiretamente, até as relações mais distantes.

Como interpreta a função da arte na sua vida e de seus admiradores? Gosto de pensar que o meu trabalho consegue despertar emoção em quem o admira, não só pela estética, mas também pela possibilidade do espectador conseguir interpretar algo que, de alguma maneira, desejei expressar.

Como enxerga a cena de arte contemporânea no Brasil? Com um pouco de cautela. Muitas ações duvidosas acontecem rotulando-se como  arte. Isto porque, para alguns, tudo é permitido. A verdadeira arte permanece e é entendida como tal, sem a necessidade de “agredir” para chamar atenção. Temos, no Brasil, artistas contemporâneos de excelente qualificação, com obras que representam esta  verdadeira essência.

De que maneira considera que o cenário atual está afetando o mercado da arte? Como em todos os segmentos e setores. Mesmo aquilo que admiramos e sonhamos como consumo e prazer, poderá ter que ser adiado. Mas sempre há mercado para a arte! No momento, talvez em uma menor escala de aquisição.

O que a arte significa e como isso reflete na sua vida pessoal? Hoje, posso dizer que a arte, em sua plenitude, faz parte do meu dia a dia. Quando não estou pintando, estou restaurando ou, simplesmente observando, pesquisando e me emocionando com o que vejo ou sinto.

Qual ou quais perspectivas vislumbra para os futuros profissionais da área? Sempre haverá respeito e lugar para alguém que faz da arte algo sério, seguindo uma trajetória que precisa ser percorrida. Com paciência e humildade para cumprir o “passo a passo” do aprendizado, estudando e buscando aprimoramento. Ressalto que é muito importante e que esses valores são fundamentais para se aprender até com os próprios erros.



 
 
 
 
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