Sociedade por João Pulita - Colunas do João Pulita - Sete Dias: agenda cultural, shows, exposições e mais
 
 

SOCIAL21/07/2020 | 06h10Atualizada em 21/07/2020 | 06h10

Sociedade por João Pulita

Veja a coluna social desta terça-feira!

Sociedade por João Pulita Théo Dorneles / Divulgação/Divulgação
João de Lucena, Anderson Dorneles e Marcelo Tovo apresentam, em novo formato, a 13ª edição da Revista Onne & Only Foto: Théo Dorneles / Divulgação / Divulgação

Exclusivo

A 13ª edição da Revista Onne & Only promete surpreender o mercado editorial, em setembro, com lançamento em portal interativo. Desenvolvida em conjunto com a equipe de inovação da Ded Studio, sob a direção do cientista de dados Anderson Dorneles, e com foco na experiência do usuário, a boa nova traz, na capa, uma obra do muralista Eduardo Kobra, que apresenta uma mensagem de união e respeito pela diversidade religiosa.

Clique e confira outras edições da coluna social de João Pulita

Marta Festugato Lenzi, filha de Odila Zatti a Rainha da Festa da Uva de 1934, que ilustra a capa do livro Vestindo Moda, da pesquisadora Véra Zattera Foto: Ana Salvi / Divulgação
A economista Patrícia Palermo troca impressões sobre o mercado, hoje, em live com Lisandra De Bona do Sindilojas Foto: Mariana Lubke / Divulgação

Valores

A edição de hoje do projeto Menu do Varejo, do Sindilojas, agendada para às 19h30min, é uma live com a participação da economista Patrícia Palermo e a mediação da gerente executiva da entidade, Lisandra De Bona. Juntas abordam o tema “O novo comportamento de consumo: temporário ou permanente?”. Patrícia é formada com láurea acadêmica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, é mestre e doutora em economia aplicada pela mesma universidade e professora dos cursos de Administração e Relações Internacionais da ESPM. É economista-chefe da Assessoria Econômica do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac. Em 2016 foi escolhida profissional do ano pelo Corecon-RS e em 2017 ganhou o prêmio “Mulheres que Inspiram” da Revista Donna/Zero Hora. A transmissão é pelo Instagram @sindilojascaxias e estará disponível após a exibição pelo IGTV.

Gabryelle Perini, Sofia Perini Prestes e Alexandre Prestes celebraram a chegada do primeiro aninho de Sofia Foto: Andréia Copini / Divulgação
O advogado Maurício Gravina volta ao centro das atenções da categoria enquanto lança mais uma obra técnica Foto: Cristiane Rodrigues / Divulgação

Assinatura

O advogado caxiense Maurício Gravina, dono de um estrelado currículo profissional com passagem por instituições de ensino no exterior, comemora o lançamento de seu livro sobre Direito dos Seguros, matéria jurídica na qual ele possui amplo conhecimento. A obra é o resultado de muita pesquisa com base em jurisprudências e doutrinas internacionais, foi lançada há uma semana e já é sucesso absoluto, esgotando os estoques.

.

A Praça Dante também será de Dinarte!

Dinarte Albuquerque FilhoFoto: Marcelo Casagrande / Agência RBS

O jornalista formado pela UCS e poeta em tempo integral, Dinarte Albuquerque Filho, nascido sob a égide do signo de Escorpião, em Cruz Alta, radicado há mais de três décadas por estas plagas, é filho de Dinarte Albuquerque (in memoriam) e Maria Alice Borba Albuquerque. Mestre em Literatura pela UFRGS, tem sua trajetória de vida pautada pelas letras e é com elas, repletas de conteúdo, que o patrono da 36ª edição da Feira do Livro de Caxias do Sul, discorre seu particular repertório de palavras-chave, com este especial de A a Z que apresentamos hoje. Passeie pelas entrelinhas no alfabeto do dono da palavra que comandará a feira do livro entre os dias 27 de novembro e 13 de dezembro, na Praça Dante Alighieri!

A de altura: a vertigem é fascinante. Como se estivesse descendo os 17 andares do conto “Céu embaixo”, de Paulo Leminski, e me desse conta da situação no 8º andar: “Ela, ela mora no 12º. Ao passar, quase dei um alô. Ela não entenderia. Telefonaria para a mãe. Fritaria um ovo. No máximo, olharia para baixo. Ou para cima, para ver de onde eu tinha vindo.”

B de Batman: sobre as criaturas da noite e seus mistérios.

C de cidades: o espaço materializado da poesia, que permite a consciência do mundo e o relacionamento com a realidade que nos cerca.

D de discos em vinil: um dos prazeres desde a adolescência. 

E de espaços: para serem ocupados, como mecanismo natural ou de tendências. Ou não.

F de fissura: pela leveza.

G de galáxias: o livro de Haroldo de Campos e a própria (no singular e/ou no plural), “como quem está num navio e persegue as ondas jade jadeante a calota polar fechada em seu prepúcio noturno poderia também conter esta solidão de avesso do espelho [...]”.

H de haicai: a busca da síntese e do dizer singular, epifania em três versos num mundo verborrágico.

I de Itamar Assumpção: música e poesia.

J de jasmim: sobre a suavidade e a beleza, o charme e a elegância femininas.

K de “Kibon”: que ainda posso alinhavar versos / insossos insanos obscenos / que ainda posso ficar por aqui mesmo / só na minha distraído / que ainda posso tirar um sarro / palavral vocabulíneo alfabeleza / que ainda estou vivo muito vivo / e bem disposto (Chacal).

L de Leminski: leitura descontínua no espaço-tempo, que ensina a moderar a ânsia entre a “pressa e a preguiça”.

M de Mishima: para pensar sobre o dilema entre o corpo e o espírito. Ler “Sol e Aço” é sempre um recomeço.

N de nuvens: a sensação do movimento e da passagem, da desconstrução e da fantasia.

O de ócio: de repente, a culpa deixou de existir. O tempo nunca é o mesmo; a vida é curta e precisamos aprender a lidar com a realidade.

P de paixão: mesmo quando parece ausente, ainda assim dá pra senti-la. Sempre intensa, inspira.

Q de queijo: porque é bom!

R de real: cada vez mais uma tentativa de afirmar a subjetividade, mesmo reconhecendo os riscos.

S de ser: o objetivo e o subjetivo da realidade e da existência, ou do modo de ser no mundo.

T de tempo: seja qual for a perspectiva, é envolvente. E, conforme a conveniência, é curto ou elástico, finito ou infinito.

U de urbanidade: diz sobre afabilidade, respeito e civilidade. A falta dela não é resolvida com o aumento de renda: o “direito à cidade”, como tantos outros, deveria ser de todos.

V de vento: uma das mais encantadoras manifestações da natureza. Invisível, porém sugestivo e poético, a levar sementes para terras nunca antes cultivadas.

W de Walt Withman: pelos momentos iluminados que ele transforma em atos de amor e poesia.

X de xadrez: penso que jogo; logo, procuro manter limpo o tabuleiro.

Y de yang: apenas um lado da balança.

Z de zero: o ponto de encontro de diferentes possibilidades.

 
 
 
 
Pioneiro
Busca
clicRBS
Nova busca - outros