Sociedade por João Pulita - Colunas do João Pulita - Sete Dias: agenda cultural, shows, exposições e mais
 
 

SOCIAL10/07/2020 | 06h10Atualizada em 10/07/2020 | 13h21

Sociedade por João Pulita

Veja a coluna social desta sexta-feira!

Sociedade por João Pulita Andrei Cardoso / Divulgação/Divulgação
O estilista Teodoro Salazar, depois de produzir ensaio de suas coleções em Santorini e Barcelona, esteve em Porto Alegre com a modelo Fernanda Schonardie para registrar os looks que serão tendência primavera/verão 2020/2021 Foto: Andrei Cardoso / Divulgação / Divulgação

Baco

Enio Martins, secretário do turismo da Prefeitura de Caxias do Sul, promete fazer render o vinho como bebida oficial da estação mais fria do ano. Nesta temporada entre os dias 9 e 11, das 9h até as 19h, realiza a Feira do Vinho de Caxias do Sul. O projeto que tradicionalmente movimenta a Praça Dante Alighieri com os amantes da bebida, este ano ganha também uma versão online, com pedidos que podem ser efetivados através do link goomer.app/revinsul e retirados no Portão 7 dos Pavilhões da Festa da Uva.

Clique e confira outras edições da coluna social de João Pulita

A executiva Luciana Nunes intensifica sua doce atuação profissional com os protocolos de segurança e festeja os resultados Foto: Felipe Soares / Divulgação
Matheus Dambroz aproveita a quarentena para manter corpo em forma e a mente sã Foto: João Pulita
Lucas Rocha e Eloíse Arman fazem contagem regressiva para a chegada do esperado primogênito que responderá pelo nome de Leonardo Arman Rocha Foto: Amanda Vanassi / Divulgação

Filantropia

A presidente e a vice-presidente da Liga Feminina de Combate ao Câncer  – Núcleo Caxias do Sul, Roseli Heinen e Vera Caregnato Orsso, seguem com os preparativos para o desfile seguido de jantar que marcará os 36 anos da entidade filantrópica, previsto para o dia 20 de outubro, no Salão Verde da sede campestre do Recreio da Juventude. Atentas com a prevenção exigida por conta da atual situação de saúde, as medidas já estão sendo executadas para assegurar a tranquilidade de todos os participantes da festividade. Luciano Camargo, diretor da Aplisul Serviços, fará a sanitização do ambiente para o combate ao Covid-19, com um produto que apresenta 100% de garantia, testado e aprovado pela Anvisa, além da disponibilização de tapetes sanitizantes e dispensadores de álcool em gel. O time de serviço do Buffet Aristocrata seguirá as normas exigidas (luvas, máscaras, protetor de rosto com placa de acrílico). O uso de máscaras também será exigido para o grupo de adesão. Todas as precauções serão tomadas para viabilizar o evento. A Liga Feminina de Combate ao Câncer contará com os recursos arrecadados com esta ação, pois tem o compromisso de continuar prestando assistência aos pacientes que dependem do seu indispensável auxílio. 

Paula Ledur será presença colaborativa na celebração de 36 anos da Liga Feminina de Combate ao Câncer e dará mostras de seu trabalho no décor da festividade Foto: Jucimar Milese / Divulgação

Voluntariado

A jornalista e mestre de cerimônias Flavia Bellini apresenta, hoje, mais um projeto no modelo híbrido. Conduz a Noite das Sopas que, este ano, será em casa, por meio do sistema drive-thru, montado no estacionamento do salão de festas da Igreja Nossa Senhora Imaculada Conceição dos Freis Capuchinhos, uma realização que integra o Projeto Mão Amiga, coordenado pela advogada Paula Viezzer, que objetiva arrecadar fundos com a venda das sopas e doações online, revertidas para educação infantil de crianças em vulnerabilidade social, de zero a quatro anos, que não conseguem vagas no ensino gratuito. O evento estará em simultâneo dos estúdios da Progressiva Som e Luz, no Château Lacave, no Salão dos Capuchinhos, e também nas residências dos voluntários. Haverá sorteio de diversos brindes e show coma dupla Paola Delazzeri e Gabriel Lopes. Serão cinco cozinhas com cardápios que incluem: Minestra di Formaggio de la Nonna, patrocinada pelos Postos SIM; Crema di Zucca com Calabresa, pilotada pela Ajuris; Capeletti in brodo Giuseppe, preparada pelo staff do Super Andreazza e Quanta Propaganda; Crema di Aipim com Gamberetti, organizado pelo Sicredi, e; Minestrone Tradizionale, do chef Vicente Perini Filho, do Q Restaurante. A sobremesa será o brownie do Fica Café. 

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Dona de si mesma!

Rafaela DeluchiFoto: Lisi Viezzer / Divulgação

A bela Rafaela Deluchi, filha de Angelo e Wanessa Deluchi, canceriana da próxima sexta-feira, dia 17, é facilmente traduzida em sua imagem e seus feitos. Tem coragem de ser quem é, determinada e empática. Formada em Administração de Empresas e Design de Moda, ambas pela Universidade de Caxias do Sul, a nossa persona do dia fez de sua inquietude um negócio que prospera a olhos vistos. Conheça um pouco mais do que vai no corpo e na mente desta jovem empresária que já é referência!

Qual seu primeiro e inesquecível look? Quando vesti minha marca de roupas e acessórios, Hera, da cabeça aos pés. Em 2019, lancei uma linha de calçados, então quando me vi inteira com minhas criações foi inesquecível.

Se pudesse voltar à vida na pele de outra pessoa, quem seria? Voltaria sendo eu. Quando descobrimos o autoconhecimento, escolhemos todos os dias nos apaixonar por nós mesmos!

Gostaria de ter sabido antes... que depois dos 30 anos a vida muda e para muito melhor!

Qual a passagem mais importante da tua biografia e que título teria se fosse publicada? Coragem de ser quem sou e ter enfrentado muitos obstáculos financeiros, pessoais e externos para chegar aqui. O título seria: “Nunca desista de ser quem você é!”

O que é ter estilo? Acredito muito na comunicação visual. Atrás das etiquetas da Hera tem uma frase que diz: conquiste seu espaço, expresse seu estilo!  E ele é traduzido em vários comportamentos, porém, no vestir, escancara, comunica e fala sobre você, sem que precise dizer nada. Bem como, acho o estilo é bem pessoal e intransferível. É uma soma de comportamentos, gostos e vivencias.

O que significa fazer moda e como isso reflete na sua vida pessoal? Só sei dizer que meu trabalho é um extensão de um gosto pessoal, dos meus valores, objetivos e estilo. Minha vida profissional é uma extensão do meu amor pessoal e não há como separar. 

Qual é a sua história com a moda, como começou e por que decidiu seguir por esse caminho? Sempre tive um estilo próprio e me comuniquei com minhas roupas. Vestia camisetões masculinos com meias e tênis desde sempre, e para a época, era fora dos padrões vigentes. Sempre tive personalidade de sobra e meu sonho era criar as roupas que habitavam meus pensamentos para que pudesse usá-las, então, a Hera nasceu de uma demanda bem particular e segue assim até hoje. A diferença é que minha missão como profissional se alinhou a persona, confortar outras mulheres através do que elas vestem, libertando-as das formalidades abusivas.

Quais são as suas referências na área? Mulheres reais, cotidianos lotados, agendas cheias e famílias numerosas. Essas são referências de comportamento do meu público.

Busca estabelecer relações no seu trabalho com outras áreas, como design, arquitetura, arte? Meu trabalho é completamente ligado ao comportamento humano e seria cool da minha parte responder essa pergunta com grandes referências, mas para mim, a arte se inspira no que vê. A minha relação com arquitetura e arte é por meio do que sinto quando vejo. Amo arte de rua, indústrias históricas e design hiper modernos.

Como enxerga a cena de moda contemporânea no Brasil? O Brasil é um país com inúmeras diferenças culturais. De comportamentos e realidades distintas. E, como já falei antes, á moda é comportamento e com tanta diversidade é preciso focar e centralizar informações. No geral, enxergo como um mundo de possibilidades, temos uma grande riqueza natural que inspira por suas paisagens paradisíacas, como também temos fibras e fios em um operacional cheio de cultura e arte. Eu e minha marca valorizamos o produto brasileiro, da concepção à venda.

Como foi o processo para criação da Hera? Na faculdade de moda, em 2017 cursei uma disciplina com as minhas mestras Gilda De Ross Rossi e Cecilia Seibel – que mais tarde foram orientadoras do meu TCC e grandes incentivadoras  até hoje. A disciplina era pautada em empreender uma marca, e como já havia cursado administração, o assunto era conhecido. Uma coisa eu sabia: queria um nome feminino que traduzisse força, história e sentido para tudo que ainda viria a ser. Sempre fui ligada ao esporte e a tudo que era relacionado a saúde, então busquei referências na primeira manifestação histórica do esporte, no caso: a Grécia. O nome é inspirado em uma deusa grega, acredita-se que Hera foi a mais forte entre todas. Dessa forma, o projeto desevolvido durante aquele semestre antecedeu o lançamento oficial da grife, que foi efetivado no dia 31 de janeiro de 2018, com o propósito de atender mulheres, que escolheram se expressar através do vestir, com conforto e estilo. 

Qual a importância da sustentabilidade na moda? Trabalhamos muito com esse conceito. Nossas sobras de tecido são transformadas em acessórios. Temos a consciência do grande impacto que o resíduo têxtil tem e queremos evitar ao máximo esse descarte indevido de tecidos e insumos. Além disso, acreditamos muito na moda social. Há pouco tempo , em época de pandemia, destinamos 10% das nossas vendas em uma ação chamada: 10 minutos da sua atenção para famílias realmente carentes em forma de comida e amor! Também possuo um outro negócio em paralelo a marca, a B&B – por uma moda circular. É uma plataforma digital que incentiva o consumo de produtos novos e semi-novos para evitar o desperdício de roupas que ainda podem contar novas histórias. Funciona com minhas roupas pessoais, outlet da minha e de outras marcas. 

A era digital vem beneficiando a moda de diversas formas, tornando-a cada vez mais acessível ao público. Quais os pontos positivos e negativos de fazer moda numa época em que quase tudo gira em torno da internet? A era digital é uma nova maneira de consumo, sem volta. Para todos os segmentos, é a alternativa do momento. O poder de consumo está concentrado ali e é preciso orientar os processos para o digital. Aqui estamos sempre de olho nas novidades e em novas maneiras de comunicarmos. 

Um hábito que não abre mão? De cuidar da mente e do corpo para que eu seja um ser humano melhor e uma empresária mais real. 

Uma qualidade: comunicativa, corajosa e empática.

Um defeito: crÍtica, estressada e exigente.

Uma palavra chave: amor. Em tudo que se faz, em tudo que se sente e em tudo o que se é! 

Reflexão de cabeceira? Todos os livros sobre hábitos, empreendedorismo e saúde.

Quais peças não saem do seu guarda-roupa? As minhas sempre saem do guarda roupa. Por exemplo, cada troca de coleção destino ao B&B, as demais são doadas. Circular o guarda roupa é dar espaço para alma. 




 
 
 
 
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