Sociedade por João Pulita - Colunas do João Pulita - Sete Dias: agenda cultural, shows, exposições e mais
 
 

SOCIAL11/06/2020 | 06h10Atualizada em 12/06/2020 | 15h37

Sociedade por João Pulita

Veja a coluna social desta quinta-feira!

Sociedade por João Pulita Luís Henrique Bisol Ramon / Divulgação/Divulgação
Andressa Rovaris Zanette, Jorge Luis e Thomas Rovaris, família reunida, trabalham em prol de ação solidária Foto: Luís Henrique Bisol Ramon / Divulgação / Divulgação

Engrenagem

Os irmãos Andressa Rovaris Zanette e Thomas Rovaris  e o pai deles, Jorge Luis Rovaris, no comando da Metalúrgica Rovaris, se reinventaram durante a crise imposta pela pandemia e, com o intuito de colaborar com a comunidade, desenvolveram uma presilha para máscaras, que vem sendo utilizada com sucesso na proteção ao coronavírus. A peça, por gerar mais conforto, também foi doada ao Hospital Geral, à APAE Caxias do Sul e ao projeto Engenharia Solidária. A empresa possui 22 anos de atuação no setor metal mecânico.

Clique e confira outras edições da coluna social de João Pulita

A analista cultural e pesquisadora de moda, Débora Bregolin programa live, sexta-feira, dia 19, com Michele De Matheo sobre consultoria de estilo Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação
A jornalista Ana Carolina Mosele Vivan, do elenco da Duo Studio Interativo, em home office, debruçada em produção de conteúdo digital também para o seu perfil no Instagram Foto: Juliano Vicenzi / Divulgação

Propósito

A jornalista caxiense, Cássia Carvalho, ao mesmo tempo em que está debruçada em um Mestrado em Marketing pela Universidade de Aveiro, Portugal, dialoga sobre um tema recorrente – a violência doméstica. No dia 19, às 18h30min, ela protagonizará uma live intitulada “Marcas que Salvam” com a administradora porto-alegrense Silvana Filippini. Juntas, discorrerão sobre novas estratégias de marketing que as empresas estão adotando para auxiliar na solução dessa questão.

A fotógrafa Andréia Copini e a jornalista Andressa Gallo trabalharam para o sucesso da #LiveDoBem Foto: Fabiana de Lucena / Divulgação

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Com dois riscos, um pingo de tinta e um castelo!

Ana Paula Luchini Zadinello LorandiFoto: Morgana Perini / Divulgação

Quem conhece Ana Paula Luchini Zadinello Lorandi, filha de Ugo Zadinello e Luci Luchini Zadinello, sabe que ela é minuciosa e adora produzir. Leonina na mais exata tradução, a nutricionista caxiense se reinventa. Formada em Nutrição com especialização em Nutrição Clínica, Fitoterapia e Nutrição Materno Infantil, ela acaba de criar o conceito do Risque Rabisque no fim de 2018, motivada por seu trabalho em escolas infantis e o amor pelas crianças. A ideia do projeto é promover atividades saudáveis e lúdicas, que colaborem com o desenvolvimento psicomotor e a criatividade dos petizes em casa, além de proporcionar a interação entre pais e filhos. Veja o que pensa a inventiva esposa do jovem empresário Rafael Lorandi!

Qual sua lembrança mais remota da infância e que relação você faz com as crianças de hoje? Lembro das atividades ao ar livre nos parques da cidade. A brincadeira preferida era “fazer comidinha” com elementos da natureza (terra, galhos, folhas e flores). Esse contato com a natureza, sem as intervenções tecnológicas. Era apenas imaginação e criatividade. Está mais difícil de se encontrar nas brincadeiras atuais. 

Qual a passagem mais importante da tua biografia e que título teria se fosse uma obra? Após a formação em nutrição, dei início a carreira como nutricionista em escolas de educação infantil. Essa etapa me realiza profissional e pessoalmente. O título seria: Minha vida, um eterno aprendizado.

O que te motivou a criar o Risque Rabisque e o que o projeto promove? O amor pelas crianças e a oportunidade de promover atividades saudáveis e lúdicas, que proporcionam o desenvolvimento da criatividade delas, sempre com muita diversão. Além disso, o projeto incentiva a interação entre pais e filhos. 

Como funciona o processo criativo das atividades do seu novo projeto? Após escolher o tema, defino quatro propostas para o kit, que são elaboradas com diversos materiais. O objetivo é explorar as habilidades da criança. A inspiração é a vivência nas escolas e a minha primeira formação, o magistério. Após, as atividades são testadas para verificar se o processo está de acordo com o imaginado, gerando um resultado final próprio para o aprendizado.

Sobre o seu livro “Luizinho e o fantástico mundo da horta”, qual o propósito, e como acredita que a leitura pode mudar a rotina de alimentação dos pequenos e dos pais? Com o livro, é possível trabalhar a educação nutricional e, de forma lúdica, exponho para as crianças a importância de uma alimentação saudável. O tema e a leitura em família fortalecem a ideia de uma dieta equilibrada para todos, não somente para os pequenos. 

Ana Paula Luchini Zadinello LorandiFoto: Morgana Perini / Divulgação

O livro foi o “detonador” para tirar do papel os kits de atividades? Os projetos foram desenvolvidos ao mesmo tempo. A impressão do livro ficou pronta um pouco antes da finalização dos kits e, sem dúvida, vê-lo pronto, além do retorno positivo das crianças que tiveram acesso a ele, impulsionou a finalização do Risque Rabisque Box. 

Quais são as suas referências na área? Na educação, a revolucionária Maria Montessori é uma profissional que me inspira. Na nutrição, é impossível citar apenas um nome. Minhas referências são nutricionistas que passam pelo desafio diário de atuarem na educação infantil. 

“A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte”. Esse verso da canção dos Titãs, transmite efetivamente uma mensagem para você? Sim! A comida está intrinsecamente relacionada às nossas interações sociais, além de gerar memórias afetivas. Na nossa região, temos o costume de reunir a família e os amigos em torno de uma mesa farta. É quase impossível separar isso. 

O que considera comida boa para os pequenos? Comida de verdade: arroz, feijão, legumes, frutas e carne. Alimentos naturais e caseiros, sem industrializados. Um lema que sempre uso: “Descasque mais, desembale menos!”.

Se pudesse voltar à vida na pele de outra pessoa, quem seria? Voltaria na pele da minha mãe, Luci, pessoa íntegra, forte e batalhadora. 

Reflexão de cabeceira? “Enquanto houver 1% de chance, terei 99% de fé”.

Um hábito que não abre mão? Tomar chimarrão.

Quais músicas não saem da sua playlist? Três músicas me acompanham há algum tempo: Anunciação, de Alceu Valença; O destino não quis, do Maneva; e Toda forma de amor, do Lulu Santos. 

Gostaria de ter sabido antes... que o amor pode ser demonstrado em pequenas atitudes. 

A melhor invenção da humanidade? A fotografia. Nela se eternizam momentos.

Uma qualidade: Resiliência.

Um defeito: Teimosia.

Uma palavra chave: Fé.



 
 
 
 
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