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SOCIAL06/05/2020 | 06h10Atualizada em 06/05/2020 | 06h10

Sociedade por João Pulita

Veja a coluna social desta quarta-feira!

Sociedade por João Pulita Daniela Goulart / Divulgação/Divulgação
Os comandantes do Expresso Di Paolo Iguatemi Caxias, Vicente Geremia, Francisco Santin e Paulo Geremia, apresentaram novidade no cardápio da casa Foto: Daniela Goulart / Divulgação / Divulgação

Prato Feito

O Di Paolo reabriu, dia 1º, a unidade da Praça de Alimentação do Shopping Iguatemi Caxias com um novo conceito. A partir de então, a casa opera exclusivamente com pratos expressos ou porções. A mudança no perfil do negócio atende a uma demanda do consumidor que prefere uma alimentação rápida, em pratos pré-definidos. Os sócios da operação, Paulo Geremia, Francisco Santin e Vicente Geremia apresentaram a boa nova no Espaço LifeStyle. Já no dia 30, também seguirão com a mesma proposta na unidade do restaurante no Bourbon San Pellegrino.

Clique e confira outras edições da coluna social de João Pulita

Débora Mensch, Thais Susin, Adriane Karkow, Tagir Fattori e Janete Dariva integram o time do projeto Arquitetos Voluntários que comemora a entrega do espaço de descompressão para os profissionais da saúde do Hospital Virvi RamosFoto: Rafael Sartor / Divulgação

Cesta Básica

Os empresários Bruno Gabriel Susin, Angélica Fioravanti Susin, Rudinei Oscar Boniatti e Silvana Fioravanti, comandantes do Cervantes Brew Pub comemoram na próxima segunda-feira, dia 11, dois anos de criação da casa nos domínios da Rua Matteo Gianella. O time, agora, volta a arregaçar as mangas em prol da comunidade. Participam da campanha “Caxias do Bem” também como ponto de coleta de alimentos, produtos de higiene e agasalhos, que serão destinados a famílias em situação de vulnerabilidade. Interessados em ajudar podem contatar pelo telefone (54) 99111-8172.

O jovem executivo Fabiano Rosa, a postos para comemorar seu primeiro aniversário profissional em carreira solo Foto: Fabio Grison / Divulgação

Cobertura

O empresário Fabiano Rosa, com um currículo de 13 anos de atividade no setor imobiliário, comemora o primeiro aniversário, em carreira solo, como comandante oficial da Exclusive Assessoria Imobiliária, que ocupa elegante endereço nos domínios do Vint Offices. O feito, Rosa divide com sua afinada equipe composta por, Eduardo Lima, Tulio Da Sois e Beatriz Carra, deve celebrar assim que encerrar o recesso.

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Poletto: a causa humanitária como projeto de vida

Paulo Poletto Foto: Jonas Rosa / Divulgação

Paulo Poletto, 74 anos, é economista aposentado, palestrante, coordenador diocesano da Pastoral Familiar e, atualmente, é presidente da Fundação Caxias. Marido de Inês Maria Dossin Poletto, com quem tem três filhos, Daniel, Vinicius e Simone. Poletto, nascido sob o signo de Leão, ingressou na Fundação Caxias em 2000, representando a CIC, quando uma parceria entre CIC e CDL assumiu a coordenação. A partir desta data, dedicou muito do seu tempo na atividade. Entre 2005 e 2007 presidiu a instituição e depois voltou ao cargo em 2015, no qual permanece até hoje. Confira o que vai no coração deste nobre homem!

Qual talento o senhor mais gosta de ter? Além do trabalho social que está enraizado no meu ser, também a música (coral, instrumental) conquistada desde a infância. 

Que importantes projetos sociais o senhor lidera? Estou presidindo atualmente a Fundação Caxias, participo da Diretoria de Sustentabilidade – Setor Social da CIC e coordeno a Pastoral Familiar na Diocese.

Qual a importância da religião na sua trajetória? Muito marcante. Desde o berço, meus pais, participavam dos eventos e celebrações da Paróquia de Lourdes. Este exemplo se tornou realidade também na minha vida. E hoje por meio da Pastoral Familiar entendo que devo eternamente agradecer a Deus pelo dom da vida e participar da sociedade contribuindo de alguma forma.

Qual a motivação da sua dedicação ao trabalho voluntário, voltado para os mais vulneráveis? Como ser humano não podemos comungar vendo pessoas passando tantas dificuldades de moradia e alimentação, por exemplo. Neste viés, nos dedicamos a atender estas pessoas necessitadas. E a Fundação Caxias passou a dedicar grande parte de suas ações voltadas a diminuição da miséria e da fome.

Quais foram as maiores conquistas desse trabalho de tantos anos com a comunidade? Podemos destacar a criação dos Bancos de Alimentos, do Vestuário e de Refeições Coletivas. Hoje são atendidas mais de mil crianças que recebem alimentação diariamente, acolhidas por entidades no turno inverso da escola. A Campanha do Agasalho, outra ação importante, distribui anualmente mais de 300 mil peças de roupas. Também recebemos móveis, utensílios, cama, mesa e banho, brinquedos, eletrônicos, e atendemos as famílias que sofrem inundações e/ou incêndios, em parceria com a Fundação de Assistência Social.

Por que é importante o envolvimento de empresários e membros da sociedade civil em projetos sociais? Todas as ações sociais dependem de recursos financeiros. Neste sentido, a Fundação Caxias intermedeia com pessoas físicas e jurídicas a captação de recursos para fazer frente a seus programas. Por isso é essencial a participação do empresário e de voluntários. Por outro lado, não só a satisfação de participar em ações sociais, mas também a melhora dos resultados de suas empresas, dado a transformação que provoca. Digamos, dá mais alegria em doar do que receber.

Traço marcante da sua personalidade? Rigoroso comigo mesmo. Fazer tudo o que for preciso para atender as pessoas e oferecer-lhes melhor qualidade de vida. 

Frase máxima? “Pelo nosso próprio ser, já estamos sempre relacionados a outros, dependemos dos outros e sem eles não podemos existir, desde o nascimento”, do monge beneditino alemão Anselm Grün

Qual a importância do trabalho em sua vida? Em todos os envolvimentos na direção de empresas, que muito norteou meu tempo laboral, nunca deixei de estar presente nas ações sociais e pastorais. Procurei, por meio do exemplo, transferir aos colegas a necessidade de participação de alguma ação social, como parte importante de sua formação como cidadão.

A melhor invenção do homem? A roda e a eletricidade.

Ao lado de quem gostaria de ter sentado na época da escola? Muitas pessoas tiveram influência muito forte em minha vida. Não tenho como indicar uma só pessoa, porque poderia estar deixando de lado muitas que foram espelho.

Com que mensagem encara o mundo? Sem amor não existe vitória. Sem amor o homem torna-se menos solidário, mais violento, preocupado somente consigo. 

De que precisa para ser feliz? Nada material. A felicidade é poder estar junto com alguém e fazer o máximo para que ele seja feliz. É poder contribuir para amenizar o sofrimento das pessoas. É doar-se sem querer retorno.

Gostaria de ter sabido antes... o quanto é salutar medir as pessoas pelas suas ações.

Lema de vida? Fazer o bem sem olhar a quem.

O que tem sabor de infância? É uma linda fase. Lembro de minha mãe e irmã, professoras, que me proporcionaram ter no ensino um instrumento de ajuda e presença na sociedade. 

O que o senhor considera essencial para sobreviver? Oração, trabalho, lazer e testemunhar o amor entre as pessoas. 

O que mais respeita no ser humano? A vida é um dom de Deus. Ver, no próximo, alguém como nós precisando de um abraço, um aperto de mão ou de um conselho. 

Qual a palavra mais bonita da língua portuguesa? Amor, sem dúvida.

Qual a passagem mais importante da tua biografia? O tempo de professor e consultor do SENAC, quando ajudamos implantar os cursos nas áreas administrativas e de resultado, proporcionando para que muitos micros e pequenos empresários pudessem entender as formas de melhorar os resultados.  

Qual é a grande obra da humanidade? Tudo é extraordinário. Toda a obra tem reflexo da presença de Deus. Difícil encontrar uma específica.

Reflexão de cabeceira? Leituras diversas, e, em especial, textos bíblicos.  

Se o senhor tivesse vindo ao mundo com uma legenda ou bula, o que conteria nela? Amar e Servir.

Seu principal defeito e sua principal virtude? Virtude: Persistência no que almejo. Defeito: teimar para conseguir o desejado. 

Um ditado popular? Antes tarde do que nunca. 

Um fenômeno no mundo? Os Papas São João Paulo II e Francisco.

Um hábito que não abre mão? Cuidar da família, minha esposa Inês, meus filhos Daniel, Vinícius e Simone, os netos Theo, Gabriel e Pedro, as noras Bárbara e Rafaela e o genro Rodrigo, e também ter minha pequena horta.

Um projeto para o futuro? Deixar a vida nos levar e espalhar o amor e a paz como meio de viver em sociedade. Viajar, conhecer outras pessoas, aprender com as experiências dos outros.


 
 
 
 
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